Título Original: Isla and the Happily Ever After

Série: Anna, Lola e Isla (Livro #3)

Autor(a): Stephanie Perkins

Editora: Intrínseca

Número de Páginas:
304

Ano:
2015


Já fazem 3 anos que Isla - pronuncia-se Aila - é apaixonada por Josh. Os dois moram nos Estados Unidos, mas passam a maior parte do tempo em Paris, pois estudam em uma escola americana que fica na capital da França, a SOAP. Ambos irão para o último ano do ensino médio, e nunca trocaram mais do que poucas palavras, até o dia em que, dopada de analgésicos por conta de uma extração dos sisos que precisou realizar nas férias, Isla o encontra, por acaso, numa cafeteria perto de sua casa, em Nova York.

Ela acaba sentando-se na mesma mesa que Josh, agindo de um modo mais confiante do que faria em um dia normal, devido aos remédios, e os dois começam a conversar. Após Isla falar muito mais do que normalmente, pedir descaradamente para olhar o caderno de desenhos de Josh, que é um artista, e dar, não intencionalmente, várias pistas de que gosta do garoto, eles descobrem que moram perto um do outro.

Quando Isla cochila algum tempo depois, durante uma pausa na conversa, Josh acha que ela já ficou na lancheria por tempo suficiente para alguém que fez uma cirurgia, e resolve acompanhá-la até em casa. O tempo estava chuvoso, porém os dois conseguiram se manter relativamente secos durante o trajeto, até que, em um momento de descuido, Isla é encharcada pela água, enquanto passava por baixo de uma marquise. Nem se incomoda com o fato, e ri de si mesma, até perceber que Josh estava observando-a. Ou talvez ele não estivesse olhando para ela, e sim para algo que... a chuva tivesse evidenciado.

Depois desse momento incômodo, Isla chega em casa em segurança, graças a Josh, e os dois se despedem - com direito à muitos agradecimentos da parte dela. Na manhã seguinte, entretanto, ela simplesmente não consegue acreditar no que aconteceu. Acha que falou besteiras demais, e talvez tenha feito isso mesmo, mas, além de tudo o que aconteceu, percebe que Josh pagou a conta dela. Então, resolve ir até a cafeteria, no mesmo horário, para devolver o dinheiro dele e explicar que estava dopada de analgésicos, já que não quer que o garoto de quem gosta a ache maluca. Porém, quando vai até a loja junto de seu melhor amigo, Kurt, com a intenção de ver Josh novamente, o garoto não aparece.

Agora, as férias acabaram, assim como a esperança de Isla encontrar Josh em Nova York, falar com ele novamente, e ela já está de volta à SOAP. Quando Kurt vai visitá-la em seu quarto, já avisa de antemão que não o viu na escola, mesmo que a amiga não tenha feito nenhuma pergunta. Os dias passam, e Josh não aparece nas aulas. Isla fica cada vez mais intrigada e preocupada, até que, um dia, quando está saindo para jantar, o vê parado na frente do elevador do prédio onde ficam os dormitórios. E ela sente suas esperanças crescerem novamente quando, ao entrar no elevador, Josh se vira, e olha para ela também.



Isla e o Final Feliz é um romance, precedido por Anna e o Beijo Francês e Lola e o Garoto da Casa ao Lado, porém não é necessária a leitura dos livros anteriores para entendê-lo. Entretanto, eu recomendo que leiam todos. E como recomendo, gente. Para vocês terem um breve resumo dessa série, posso rotular os livros assim: Anna é o mais romântico dos três, Lola o mais maluco e Isla o mais real. Sempre fui absolutamente apaixonada por Anna, mas Isla acabou roubando meu coração, e não me importo se nunca mais devolver.

Acho que uso demasiadamente a palavra lindo nas resenhas que eu faço (no caso, é porque acho todos os romances lindos, rs), então vou variar e falar que Isla é maravilhoso. Simplesmente maravilhoso. Como os outros livros da Stephanie Perkins, ele tem várias pitadas de humor, mas também aborda outros assuntos, como o que fazer após terminar o ensino médio, o 
amor, amizades, e até mesmo o autismo.

Um dos motivos para eu ter adorado e, eventualmente, criticado a personagem principal, é porque ela é muito parecida comigo. Não me surpreenderia se eu fizesse as coisas que a Isla fez e agisse como ela, o que eu provavelmente faria, se estivesse vivenciando as mesmas situações. Acabou que ri, chorei e fiquei com gostinho de quero mais.

O romance é absolutamente crível. Parece que qualquer dia desses irei encontrar a Isla e o Josh em algum museu, que é, provavelmente, um dos lugares mais visitados pelos dois. Eles se completam, e tem um relacionamento tão lindo (precisei dizer que era lindo, porque é mesmo) que quero voltar para o ensino médio e viver isso na pele, agora mesmo. Tudo acaba se encaixando perfeitamente, e o final, que conta com a participação mais do que especial de Anna, Étienne, Meredith, Lola e Cricket, é incrível.

Fiquei muito feliz com o fato de a capa estrangeira ter sido mantida nesse volume, pois elas são realmente lindas. A Novo Conceito, que detinha os direitos de Anna e Lola, colocou garotas na capa, que, do meu ponto de vista, não chegam aos pés dessa arte, que assim como o livro, é super fofa.


Para tornar o sábado de todos ainda melhor - porque é final de semana, o que significa que já está sendo muito bom - resolvi fazer esse pequeno sorteio, para comemorar os 2 aninhos de vida do Livros & Chantilly. Como tinha explicado nessa postagem, não iria poder custear nada por enquanto, mas aconteceu que eu estava olhando meus marcadores e pensei "nossa, tem algumas coisas bem legais por aqui, que, com certeza, algum maluco por livros como eu iria adorar" e puf, surgiu a ideia de (mais) um sorteio de marcadores.














Fiz algumas edições diferentes nessas fotos e amei 












Isso é tudo o que precisam fazer, e estarão participando do sorteio automaticamente (lembrando que só poderão realmente ganhar os prêmios aqueles que cumprirem todas as regrinhas)! As participações se encerrarão no dia 06/04. Até lá, fiquem a vontade para torcer e convidar seus amigos doidos por livros para tentar a sorte também!
O sorteio será feito por um gerador de números aleatório, no dia 07/04, e logo após o resultado sair eu irei contatar o(a) vencedor(a) por email, por isso é importante mesmo que não esqueçam de deixar o contato de vocês nos comentários. E que a sorte esteja sempre ao seu favor!
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Quem não ama assistir séries? Vale ter começado na quarta temporada de alguma e passado direto para a 2ª, olhar episódios esparsos quando passam na televisão e você tinha um tempinho sobrando, ou apenas assistir algum episódio de uma sitcom no intervalo de outro programa. A questão é que todo mundo já viu pelo menos uma parte de alguma série, qualquer que ela seja, e é difícil não se deixar levar.
De um ano e meio para cá é que eu realmente comecei a assistir várias séries e a acompanhar o lançamento de novos episódios e temporadas. Antes disso, via algumas apenas esporadicamente, quando passavam na TV, ou, se eu tivesse gostado muito da história, dava um jeito de baixá-las ou até mesmo alugava em DVD.
Com esse boom que as séries tiveram nos últimos tempos, muitas tramas novas e criativas foram criadas, remakes feitos e outras eram, ainda, originalmente livros, que ganharam uma adaptação para a televisão. E é exatamente desse tipo de série que eu venho falar hoje, e porque você não pode perder nenhum episódio de qualquer uma delas.


Sherlock leva as histórias do famoso detetive da Era Vitoriana, Sherlock Holmes, à Londres do século XXI. O Dr. John Watson é atingido por uma bala enquanto serve como médico no exército britânico na Guerra do Afeganistão e é forçado a regressar a Londres. Como consequência, Watson desenvolve um coxeio psicossomático que o obriga a deslocar-se com uma bengala e uma depressão, além disso encontra-se desempregado e não tem meios para pagar aluguel de um imóvel em Londres. Enquanto passeia no parque um dia, Watson encontra um velho amigo que diz conhecer um homem que procura alguém com quem dividir um apartamento no centro de Londres. Esse homem é Sherlock Holmes, um detetive consultor a quem a Scotland Yard recorre nos casos mais complicados para os quais não consegue encontrar solução. Sherlock Holmes é visto como um excêntrico por todos os que o conhecem uma vez que consegue descobrir todos os aspectos das vidas das pessoas apenas por as observar e fazer deduções, além disso poucos toleram a sua personalidade. Watson acaba por se mudar para o apartamento de Sherlock Holmes e, ao longo da série, os dois trabalham juntos na resolução de homicídios e enfrentam o antagonista intelectual máximo de Holmes, Jim Moriarty.

Terminei as duas primeiras temporadas, e não sei por quanto tempo isso irá durar, mas agora, Sherlock é a série da minha vida. Eu nunca assisti uma série tão brilhante assim, com um enredo maravilhosamente bem construído, uma trama interessante, que consegue prender a atenção de uma forma inigualável, e personagens interpretados tão magistralmente que os atores merecem um, ou melhor, dois Oscars. Pode parecer que eu estou exagerando (e talvez esteja um pouco), mas se você já leu alguma obra do Sir Arthur Conan Doyle, tente multiplicar a sua surpresa com o desenvolvimento da história por 10. 
Seria quase Sherlock.


Há muito tempo, em um tempo esquecido, uma força destruiu o equilíbrio das estações. Em uma terra onde os verões podem durar vários anos e o inverno toda uma vida, as reivindicações e as forças sobrenaturais correm as portas do Reino dos Sete Reinos. A irmandade da Patrulha da Noite busca proteger o reino de cada criatura que pode vir de lá da Muralha, mas já não tem os recursos necessários para garantir a segurança de todos. Depois de um verão de dez anos, um inverno rigoroso promete chegar com um futuro mais sombrio. Enquanto isso, conspirações e rivalidades correm no jogo político pela disputa do Trono de Ferro, o símbolo do poder absoluto.

Game of Thrones pode não estar agradando muito para quem já leu As Crônicas de Gelo e Fogo, como eu, por causa das inúmeras diferenças entre o livro e a adaptação, mas é inegável que é uma ótima série, ambientada no período medieval-fantástico, e vista em todo o mundo. Como parece que o George R. R. Martin não vai terminar Os Ventos do Inverno tão cedo, ele resolveu dar carta branca para a série de TV seguir seu próprio rumo na 6ª temporada, que irá estrear dia 24 de abril nos EUA.




Baseada nos livros Os Instrumentos Mortais, a série Shadowhunters acompanha a jovem Clary Fray, de 18 anos de idade, que descobre em seu aniversário que ela não é quem pensava ser, mas que vem de uma antiga linha de Caçadores de Sombras – seres híbridos de humanos e anjos que caçam demônios.
Quando sua mãe Jocelyn é sequestrada, Clary se lançada no mundo de caça aos demônios junto do misterioso Caçador de Sombras Jace e seu melhor amigo, Simon. Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa uma jornada de autodescoberta enquanto aprende mais sobre seu passado e percebe como poderá ser seu futuro.

Os Instrumentos Mortais é uma saga de livros sortuda que, assim como Sherlock, ganhou uma adaptação tanto na forma de um filme como na de uma série de TV. Não costumo comparar os dois, até porque nenhum deles foi muito fiel as obras da Cassandra Clare, mas gosto bastante de ambos. Se você assistiu a Cidade dos Ossos, e gostou, é muito provável que irá gostar de Shadowhunters também. Apesar de serem adicionados na série vários fatos que não acontecem nos livros, ela segue a trama principal, e traz pequenas coisas que só quem leu Os Instrumentos Mortais consegue entender.


Quando uma guerra nuclear destruiu a civilização e o planeta Terra, os únicos sobreviventes foram 400 pessoas que estavam em 12 estações espaciais em órbita. 97 anos e três gerações depois, a população já contava com 4 mil pessoas, mas os recursos já vão escassos. Para garantir o futuro, um grupo de cem jovens é enviado à superfície da Terra para descobrir se ela está habitável. Com a sobrevivência da raça humana em suas mãos, estes jovens precisam superar suas diferenças e unir forças para cruzar juntos o seu caminho.

Já falei de The 100 por aqui quando resenhei os dois primeiros livros da Kass Morgan (The 100 - Resenha/ Dia 21 - Resenha), e também de algumas das diferenças que existiam entre os livros e a série, que são ainda mais significativas do que as que pudemos ver em Game of Thrones. Entretanto, mesmo com tantas mudanças, a série consegue surpreender os seus espectadores, inclusive aqueles que leram os livros. Ela já está em sua 3ª temporada, e o terceiro livro de The 100, De Volta, foi lançado esse ano pela Galera.

Gente, eu indiquei essas séries de coração. Elas são muito boas mesmo, assim como os livros dos quais foram adaptadas e merecem tanto (ainda) mais audiência quanto mais leitores. Vocês já assistiam alguma delas ou pretendem fazê-l0 (eu, certamente, espero que sim!)? Deixem suas opiniões nos comentários 




Título Original: The Ice Dragon

Autor(a): George R. R. Martin

Editora: Leya

Número de Páginas: 128

Ano: 2014



Foi anunciado há dois anos atrás que um novo livro do George R. R. Martin (que, infelizmente, não era Os Ventos do Inverno) seria publicado no Brasil. Não se pode dizer que era uma obra recente, já que havia sido lançada nos Estados Unidos em 1980, ganhando apenas uma nova edição americana em 2014. Com o sucesso que As Crônicas de Gelo e Fogo estavam tendo por aqui, decidiram trazer O Dragão de Gelo para o nosso país também, com a diferença de que esse era um livro infantil, a princípio, separado do mundo de Westeros.

Provavelmente vários de vocês já conhecem o trabalho do Martin, ou ouviram falar do conteúdo um pouco mais explícito de suas histórias, então já devem imaginar que O Dragão de Gelo não é um conto de fadas, para crianças de 6, 7 anos de idade, já que contém cenas mais violentas, além de uma linguagem que não é de uma compreensão tão simples para os pequenos. Eu, particularmente, acho que a criança já deveria ser mais crescidinha para lê-lo, tendo 10 ou 11 anos, mas, também, isso depende dos responsáveis por ela.

Entretanto, além dessa pequena introdução, minha intenção para hoje é trazer a resenha fotográfica dele, mostrando algumas das ilustrações, muito bonitas, por sinal, que compõem o livro.





















Infelizmente, essa foto ficou um pouco borrada, e eu não estava mais com o livro para tirá-la novamente. É uma das minhas ilustrações favoritas, que mostra Adara montando destemidamente - como sempre - o Dragão de Gelo.















Quando eu disse que o livro era violento, anteriormente, não quis dizer comparado A Guerra dos Tronos, por exemplo, e sim que contém guerra, pessoas morrendo e uma briga entre dragões, o que, talvez, não seja muito recomendável para crianças pequenas. Enfim, é só um alerta que eu achei válido trazer.

Fora isso, a história é bonitinha, com uma personagem principal muito corajosa, apesar da sua pouca idade, e traz uma mensagem fácil de captar, mas não creio que é tão incrível assim para ser transformada em um clássico, como tantos afirmam. George R. R. Martin é um ótimo autor e merece o devido crédito, sim, só acredito que não necessariamente por essa obra.