Não pensei que tantos livros do primeiro post que fiz desse tipo realmente acabariam sendo traduzidos. Tudo bem, isso aconteceu com apenas três deles, mas ainda assim, são 3 de 5! Chamem de sorte, destino, ou obras que as editoras acharam que faria sucesso por aqui, nós agora temos as versões nacionais de We Were Liars (Mentirosos - Resenha aqui), She is not Invisible (Ela não é Invisível - que parece absolutamente incrível, como eu já havia imaginado) e Great (Incrível - que não parece mais tão interessante assim, mas ainda quero ler). 

Pensando nisso, resolvi fazer uma segunda parte dela, porque apenas os 216.783 livros ainda não lidos por mim, que já estão em português, não são o suficiente, preciso dos escritos em inglês. E se quiserem traduzir os que estão em russo, alemão ou japonês também, dou o maior apoio.



Chloe está tendo o pior dia da sua vida. Ela está presa em seu trabalho, no turno da manhã, no mercado GoodFoods, acidentalmente atingiu o carro de um cliente com um carrinho de compras e não consegue chegar a lugar nenhum com o garoto de quem gosta, Tyson. Ah, e ela e seus colegas de trabalho, também adolescentes, foram acusados de roubar 10.000 dólares da caixa de doações para a caridade. Agora eles estão trancados na “cadeia do trabalho”, também conhecida como a sala de lazer dos funcionários, até a polícia chegar. E se Chloe e seus colegas não conseguirem provar que são inocentes, ficarem presos em uma mesma sala será o menor de seus problemas…



Sobrenatural + Hollywood + Anjo Caído Fofo = VITÓRIA! 
Quando Aly King, de 16 anos, é a grande vencedora do concurso "Ganhe um Encontro com Dakota", é como se fosse um sonho se tornando realidade. Junto com a melhor amiga, Desi, e sua irmã aspirante a atriz de novela, Missy, ela pega um avião do Colorado até Hollywood, para o seu encontro com a celebridade. Como qualquer outra garota americana, Aly sabe que Dakota Danvers é um galã de cinema. O que ela não sabe é que ele também é filho do Diabo.
Felizmente para Aly, na Cidade dos Anjos existe um Anjo de verdade, Jameson Dagon. Ele é um Anjo Caído, mas lhe foi concedida uma última chance de salvação, caso consiga acabar com os planos malignos de Dakota.
Será que Jameson conseguirá proteger Aly e Desi da má influência de Dakota, além de lidar com o jeito extravagante de Missy - e ignorar sua crescente atração por Aly?




Eu não pedi por nada disso. Eu não queria ser algum tipo de heroína.
Mas, quando toda a sua vida é sugada por um tornado – levando você junto - você não tem escolha a não ser seguir o fluxo das coisas, não é?
Claro, eu li os livros. Sim, eu assisti aos filmes. Eu conheço a música sobre o arco-íris e os alegres passarinhos azuis. Mas eu nunca imaginei que Oz seria desse jeito. Um lugar onde bruxas boas não são confiáveis, bruxas más podem ser as mocinhas e macacos alados são executados por cometerem atos rebeldes. Apesar de tudo, a estrada de tijolos amarelos ainda está lá – mas talvez não por muito tempo.
O que aconteceu?
Dorothy. Eles dizem que ela encontrou uma maneira de voltar para Oz. Dizem que, uma vez tendo experimentado o poder, ele subiu a cabeça dela. E agora ninguém está seguro.
Meu nome é Amy Gumm – eu sou a outra garota que veio do Kansas.
Fui recrutada pela Ordem Revolucionária dos Perversos.
Fui treinada para lutar.
E tenho uma missão:
Remover o coração do Homem de Lata.
Roubar o cérebro do Espantalho.
Pegar a coragem do Leão.
Então, e apenas então - Dorothy deve morrer.




Nada passa pelo jeito desdenhoso de Kristi Carmichael – sua escola de ensino médio hippie, seu amigo Jacob e sua mãe workaholic. Mesmo com sua atitude e a habilidade de saber o que os outros estão pensando, Kritsti tem um lado vulnerável. A garota pode ouvir os pensamentos de seus colegas, chamando-a de gorda e nojenta. Ela é bonita para Gusty Peterson, um dos caras mais populares da escola, mas claro, pensa que ele a acha detestável. E ainda está brava com o seu pai, que saiu de casa há dois anos atrás. Logo, um projeto da escola a aproxima de Gusty, o pai dela aparece com uma novidade bombástica e um amigo sai do armário, e, de repente, Kristi começa a duvidar se consegue mesmo ler as pessoas.



Bianca Piper, de 17 anos, é cínica e leal, e não acha que é a mais bonita de suas amigas nem de longe. Ela também é esperta demais para cair na lábia do cara mais gato da escola, o galinha e escorregadio Wesley Rush. Na verdade, Bianca odeia ele. E quando ele a apelida de Duffy, ela joga o seu refrigerante na cara dele.
Mas as coisas não estão indo muito bem na sua casa. Desesperada por uma distração, Bianca acaba beijando Wesley. E gosta disso. Desejando escapar de tudo, ela se joga de cabeça em uma relação de inimizade colorida com Wesley.
Até que tudo vira de cabeça para baixo. Acontece que Wesley não é um mau ouvinte, e a vida dele também é bastante complicada. De repente, Bianca se dá conta de que ela está se apaixonando pelo garoto que pensou que odiava mais do que qualquer outra pessoa.



Fui eu mesma que traduzi as sinopses, então o texto em português não está maravilhoso, mas me esforcei bastante para que ficasse parecido, desse a mesma ideia do que os autores queriam dizer em inglês. Espero que as editoras façam um trabalho melhor quando decidirem publicar esses livros no Brasil. Fica a dica, rs.
Pelo que andei lendo na internet, planejam transformar Dorothy Must Die, que é o primeiro livro de uma coleção, em série de TV, o que tornaria a tradução dele bem mais viável. E The D.U.F.F. ganhou um filme ano passado, que, se não me engano foi uma produção independente, mas isso já torna as chances dele de vir para o Brasil maiores do que as de qualquer outro livro da lista.
E vocês? Estão esperando ansiosamente para algum livro ser traduzido?



Título Original: O Príncipe Congelado

Autor(a): Raigor L. Ferreira

Editora: Independente

Número de Páginas:

Ano: 2015




O distante Reino de Arvoredo tem como governantes um Rei, sua esposa, a Rainha, e o sucessor do trono, filho deles, o príncipe Phelipe. O pai do garoto acredita que, para poder se tornar um grande monarca, seu filho deve ser também um grande guerreiro, razão pela qual ele leva o menino a vários campos de treinamento de soldados desde bem pequeno. Entretanto, a mãe de Phelipe é contra expor o príncipe a toda aquela violência, o que sempre leva a diversas brigas com o seu marido, pois ele acredita que está fazendo o que é necessário para preparar o futuro Rei.

Certo dia, em uma simulação de luta imposta por seu pai, Phelipe acaba se machucando, o que deixa a Rainha ainda mais irredutível em sua posição de acabar com aquele treinamento para a criança. Em contraponto, o Rei insiste em dizer que o príncipe é fraco, e se recusa terminantemente a interromper o condicionamento de seu filho, o que leva os pais do jovem príncipe a infinitas discussões. Ambos acabam por ter uma briga tão séria e estressante que o Rei sofre um enfarto e, apesar de fazerem de tudo para salvá-lo, morre em consequência disso.

Todo o povoado, e até mesmo distritos vizinhos, lamentaram a morte do Rei, que apesar de bastante rígido com seu filho, tinha sido um bom governante. A Rainha ficou inconsolável, e se recusava a sair de seus aposentos para fazer as refeições ou qualquer outra coisa que fosse. Quem mais sofreu com tudo isso foi o pobre príncipe Phelipe, que após presenciar inúmeras discussões, a morte do seu pai e o isolamento da sua mãe, começou a tremer. Os cobertores mais quentes do castelo não o aqueciam, e ele precisava tomar banhos quentes constantemente.

Suas crises eram muitas. O jovem príncipe sempre precisava ser amparado pelos criados quando sofria de seus tremores, já que havia sido privado do contato com a mãe, que não saia do quarto e ficou ainda mais deprimida quando soube da condição de Phelipe. Todos os médicos conhecidos foram chamados para tentar diagnosticar a doença que acometia o garoto, mas nenhum deles soube dizer o que causava tanto frio assim nele. Com o tempo, a situação do menino piorou, e, de repente, ele não sofria apenas de tremores. Seus pés haviam congelado.




O Príncipe Congelado é um conto muito fofo, e bem curtinho. Por esse motivo ele não possui muitos detalhes, porém acho que é assim mesmo que deveria ser, me pareceu essa a proposta da história. Tenho a impressão de que ele é destinado principalmente ao público infantojuvenil, e nada contra isso, claro, mas se for esse mesmo o caso talvez ele precise de uma linguagem um pouco mais simples. Eu entendi toda a história, e se vocês o lerem não terão dificuldade em compreender também, porém creio que crianças precisariam da ajuda de adultos durante a leitura.

Logo que comecei a ler, achei uma graça o nome do personagem principal, Phelipe, e logo depois vi que o próprio príncipe era querido. Como eu disse antes, o conto não é muito descritivo, entretanto isso dificilmente nos impede de imaginar um garotinho congelando, sem saber o que está acontecendo consigo, com uma mãe, então, ausente. Acho que ele daria uma ótima versão masculina da Elsa, até na cor de cabelo eles combinam. Cada um com suas particularidades, claro, haha.


O único problema do conto são algumas vírgulas fora de lugar no início, contudo nada que atrapalhe a leitura. É uma história muito bonitinha, de verdade, e é uma questão de minutos para acabarmos o livro. O Raigor até podia ter enrolado um pouquinho, assim não precisaríamos nos despedir da história tão cedo. A arte da capa ficou uma graça, e não sei se foi intencional, mas achei que o Phelipe lembrou um pouco do pequeno príncipe. Viram a semelhança também?


Hey gente, podem ficar tranquilos, pois já voltei, e, com layout novo! 
Sinceramente, esse foi o template que eu modifiquei mais rápido na minha vida, isso porque eu não tinha planejado trocar o visual do blog em janeiro, mas apertei o botão errado em Modelos e o antigo lay sofreu uma desconfigurada básica. Como eu não queria ajeitar os gadgets nele novamente, e estava bastante enjoada daquele visual, pensei em começar logo o novo layout do blog, e agora vocês estão vendo o resultado! Para mim tudo aparece certinho, mas preciso que me digam se também veem o blog assim (talvez precisem esperar ele carregar um pouquinho, ou até mesmo atualizar a página, caso a conexão de vocês seja lenta):


A imagem é realmente enorme, então cliquem nela para conseguirem visualizar direitinho
Ele deu bastante trabalho, porém fiquei muito satisfeita com o resultado final. Ficou bem colorido, talvez com cores frias em excesso, mas tem a minha cara. Até podemos brincar de "Você conhece a referência que está no cabeçalho?", haha. Ainda preciso ajeitar o conteúdo de algumas páginas, mas, fora isso, acho que está tudo certo. Gostaram ou mudariam alguma coisa nele? Quero saber o que acharam do novo visual do L&C!
E, antes de me despedir por hoje, claro que não posso deixar de falar sobre a minha mais nova parceria, com a plataforma Bookstart.


Eu achei esse projeto simplesmente incrível, porque, quantas obras legais deixam de ser publicadas em razão de o autor não ter os recursos necessários para isso? Acredito que a Bookstart queira realmente mudar isso, tanto que sempre está procurando por novas obras para publicar! Caso você conheça um autor que tenha interesse, é só falar para ele contatar a Bookstart, tenho certeza que o pessoal de lá irá adorar acrescentar mais um livro ao seu catálogo de obras já publicadas.
Feliz Layout Novo, e até logo!


Olá! Bom, hoje eu tenho uma notícia que todos, com certeza, irão amar. Dia 24 de Janeiro é o aniversário de um blog que eu adoro, chamado Leituras Vidas e Paixões. Eu e a Aline, a dona dele, já nos conhecemos há algum tempo, na blogosfera, e ela é demais, muito querida mesmo, já me deu inúmeras dicas valiosas e sempre me apoia. Por isso, quando ela me perguntou se eu gostaria de participar do sorteio de aniversário do LV&P, claro que eu aceitei, né?!
 
Provavelmente vocês irão notar que o post está diferente do normal, porém isso foi porque a Aline já se preocupou em formatar tudo para nós, outras blogueiras participantes da promoção. Mas, enfim, eu estou entrando nesse sorteio com o livro Trono de Vidro, da Sarah J. Maas! Tenho certeza que irão gostar da história tanto quanto eu, sendo esse justamente o motivo pelo qual eu decidi sorteá-lo. Além de que, por mais que doa um pouquinho me separar dele, adoro ver alguém se empolgar com um livro, seja ele qual for, assim como eu.
 
Quero ver todos vocês aí participando, e, claro, boa sorte! Dica: o livro que disponibilizei está no Kit 2, rs.

Regrinhas:
. Comentar nesse post para validar sua participação deixando seu e-mail para contato.
. Algumas opções, em cada formulário, serão obrigatórias outras chances extras.
. Ser residente no Brasil.
. O sorteio terá válido de 10.01.2016 a 31.01.2016, o resultado saíra no dia 01.02.2016.
. O ganhador terá dois dias para enviar os dados para envio do livro.
. Os livros serão enviados em até 45 dias (pela editora e blogueiros participantes).
. Os blogs não se responsabilizam por um segundo frete caso os livros retornem.




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*Botando Back in Black para tocar e entrar triunfalmente em 2016* Alô povo! Já cheguei chegando, entrei com o pé direito no blog e também com uma super novidade. Bem, uma notícia nova para vocês, já que eu sei dela desde o ano passado. Na verdade, fui eu que escrevi. Enquanto digito esse post, estou gritando. Bom, só pouquinho. O esperado para uma pessoa que fez algo diferente e está super ansiosa com ela. Mas, vamos começar do início, então vocês podem entender a história direitinho. Peguem um chá gelado, sentem-se e aproveitem.
Era uma não-tão-linda-assim manhã de novembro, mas almoçar com a minha melhor amiga sempre faz o dia ficar melhor. Entre nossas conversas gritadas sobre livros, séries, personagens e afins, pedi para ela me contar do início ao fim o sonho que teve, sobre o qual estava falando no intervalo. Ele era tão fofo, além de fazer um sentido absurdo para um sonho (já que os meus são quase sempre desconexos) que na hora eu falei para a minha amiga "nossa, dava até para criar uma fanfic". Mal sabia eu que meu primeiro conto sairia dali.

Durante o dia, essa ideia não saiu da minha cabeça. Escrever era algo novo e meio assustador, mas além de achar que eu devia pelo menos tentar, queria que minha amiga tivesse algo para se lembrar de mim, já que ambas sairíamos da escola em 2015. E foi assim que Missão Calu nasceu.
O nome pode não ser dos melhores, mas eu iria entrar em um profundo embate comigo mesma caso escolhesse um título clichê, e provavelmente desistiria de escrevê-lo se contivesse um trocadilho com a palavra jogo (sim pessoal, tem videogames no conto!). Porém, todo mundo que leu até agora adorou. São apenas 6 pessoas, mas isso já significa muito mesmo para mim.



Depois de estar decidida a escrever o sonho, precisei apenas de algumas perguntas sutis para a minha amiga e um pouco mais de duas semanas, e ele estava pronto. Foi uma loucura. Quando estava fazendo a revisão, não parava de pensar que a estava uma droga e que ela iria odiar, mas eu já havia escrito ele mesmo, então dane-se.
Nem pensar que eu entregaria meu primeiro conto por email, então fui imprimir na loja do meu avô. A tinta lá estava fraca, mas eu sabia que minha amiga entenderia. Já tinha dito para ela que queria lhe dar algo no dia seguinte, e não me atrasaria ainda mais por conta de alguns borrões nas palavras. O pior, notei depois, é os parágrafos haviam saído tortos.



Sabia que ela não reclamaria, mas eu estava bem descontente com aquela impressão. Poxa, não me esforcei tanto para aquele ser o resultado final. Também tinha me esquecido de imprimir a capa provisória, então decidi que faria tudo novamente no dia seguinte, no colégio. Só não contava com o fato de ter esquecido de pedir mais dinheiro para o meu pai.
Uma coisa que todos que frequentam a escola, principalmente as particulares, sabem: a impressão é cara. Muito. Então quando cheguei com 10 reais no dia seguinte, sabia que sobraria bem menos para o almoço, mas eu conseguiria me virar. Entretanto, não custa tentar pedir um desconto. Como eu sempre chegava cedo no colégio, só a tia da informática estava lá. Os caras da TI, que eram bem menos sucintos a baixar o preço da impressão, só chegavam mais tarde. Agora era tarde demais para não ser um pouco cara de pau.




- Oi tia. Eu preciso imprimir uma coisa, só que são várias páginas. Eu só tenho dinheiro, realmente não posso esperar para comprar uma ficha, pode ser? 
- Tudo bem, o que é?
- Só um negócio, um trabalho - Desconversei. Eu não iria contar para a tia da informática que havia escrito um conto quando ninguém sabia ainda. - Então... será que tem como você me dar um desconto?
- Um desconto? - Ela riu, provavelmente achando graça de uma aluna pedindo para imprimir mais barato. - Nós aqui da informática não temos como dar desconto. - Disse, mas sem muita convicção. - Quantas folhas são?
- Uma 14, 15. - Talvez um pouco mais. - Qual seria o valor?
- Tudo bem, olha só, isso ficaria R$ 6, mas posso te fazer por R$ 5,00.
- R$ 5,00? É que hoje eu esqueci de pedir dinheiro para o meu pai, eu só tenho R$ 10,00. Será que não tem como diminuir um pouco mais o preço?
- Bom... - Ela olha para mim, e acho que está pensando se eu estou inventando tudo aquilo ou não, mas depois percebo que só está decidindo o que fazer - Você já tem o que quer imprimir aqui?
- Sim, está no meu email. Faltam só alguns ajustes.
- Então vai lá e termina rapidinho, que eu vou imprimir sem te cobrar nada dessa vez. Não vou te deixar sem almoço. Mas tem que ser antes de os rapazes da TI chegarem, senão não tenho como.
- Aham, tá, já estou indo. - Eu digo surpresa, e vou correndo terminar de colocar a capa no arquivo do word. Quando está tudo pronto, e a tia da informática já está imprimindo o meu conto, ela fala que eu deveria agir como se já tivesse entregue as fichas de impressão a ela, e só digo que tudo bem, mal podendo esconder a minha felicidade. 


Essa cena da reimpressão se estendeu um pouco mais, porém vocês já sabem do mais importante. Quando eu ia esperar que a tia da informática fosse ser tão querida comigo? Agora se preparem, pois irão aprender como se entrega uma livre adaptação de um sonho para alguém.
Estava quase na hora de bater o sinal para o primeiro período, e eu estava muito nervosa, totalmente ansiosa para que minha amiga chegasse logo, ou que, talvez, nem fosse na aula naquele dia. Não sabia o que era melhor. Mas logo ela estava ali na porta de entrada, e antes que eu mudasse de ideia, pedi que esperasse, falando que o aquilo que eu queria dar para ela estava pronto. Entretanto, isso saiu mais ou menos como "eu... hãn... tá, olha eu fiz isso aqui para ti, se tu não gostar pode levar para queimar nas profundezas do inferno, mas volta, e então eu nunca mais escrevo nada na vida." E então eu joguei o conto sobre a pastinha dela e saí correndo, literalmente, para a aula de educação física. Like a boss.



Se tem uma coisa sobre mim que talvez vocês já tenham percebido, seja por causa do blog ou apenas dessa postagem, é que eu sou muito crítica, principalmente comigo mesma. Sabia que era provável que a minha amiga gostasse da história, mas também pensava que ela poderia odiar. Felizmente, o extremo oposto aconteceu.
No intervalo, uma colega veio avisar que minha amiga loirinha estava me procurando. A única coisa que eu conseguia pensar era "droga, não quero me encontrar com ela agora, não quero saber a reação dela". Sinceramente, eu tinha pensado em me esconder no banheiro, mas achei que ela já podia ter desistido de me procurar, e fui para a sala. Em 5 segundos, um furacão loiro apareceu gritando, principalmente "MEU DEUS, EU AMEI!" pulando e fazendo outros sons ininteligíveis, e eu tive que arrastar ela para o corredor, mas no processo comecei a gritar também. Resumidamente, passamos o recreio nos abraçando e berrando.



Então, essa é a história resumida, acreditem ou não, de como meu primeiro conto veio ao mundo. Antes de apresentá-lo a vocês, no entanto, preciso postar algumas recomendações, claro! Foi bem difícil para mim deixar outras pessoas lerem, mas era fim de ano letivo e eu já tinha escrito Missão. Decidi que precisava de outras opiniões, então, mesmo morrendo de vergonha, mostrei para algumas pessoas.





Quase que eu infarto com esse último. Minha professora de literatura é legal, mas é do estilo se é para passar vergonha, vamos fazer isso direito. E acho que até hoje ela não acredita que não escrevi para ninguém daquela turma. Um obrigado para a minha amiga tímida, que, incrivelmente, me salvou dessa.
Essas foram só algumas das aventuras pelas quais eu e Missão passamos até chegarmos, finalmente, aqui no blog. Me desculpem pelo post gigante, e espero do fundo do meu coração que gostem do conto tanto quanto as pessoas que leram até agora, ou até mais. Talvez encontrem alguns errinhos de ortografia, apesar de eu ter tido muito cuidado para que isso não acontecesse.



Acabei desistindo de publicá-lo na Amazon, pois isso atrasaria ainda mais esse post, por isso Missão está disponível no Wattpad. Se não gostarem dessa plataforma, podem deixar seus emails nos comentários que eu mando o arquivo em PDF para vocês, então ninguém fica sem ler o conto.

Desculpem novamente pelo post enorme, mas ele vale por todos esses dias que eu fiquei sem aparecer por aqui, haha. Ah, e não se esqueçam de deixar opiniões, seja por aqui no blog, no Wattpad, ou até mesmo no meu email. Podem fazer um banner se quiserem. A opinião de cada um é muito importante mesmo para mim, e dicas e críticas também são bem vindas. Aproveitem!