Que história é essa de que, daqui a pouco tempo, será 2016? Gente, eu pensava que o ano tivesse 365 dias e não apenas 65. 2015 não foi um ano fácil, o que não quer dizer que não tenha sido bom, cheio de mudanças e novidades, mas ele passou realmente muito rápido. Parece que fiz apenas o Fechando o Livro: 2014, seguido por um período que mais parece um borrão, então as férias de inverno, outros meses enevoados e logo após isso, o fim do ensino médio. E agora estou aqui, dando tchau para 2015.
Muitos amigos ficarão nesse ano que irá passar, e só posso esperar que não percamos o contato em 2016. Ainda falo com os que foram embora em 2014, 2013 e 2012, então só posso esperar que isso seja um bom sinal, certo?
Mas, além de me despedir de 2015, também vim prestar as contas com o desafio literário que resolvi fazer no ano passado. O Desafio das Capas foi criado pela Mi, do Recanto da Mi, e posso dizer, orgulhosamente, que consegui completá-lo! O fato de ele não ser muito extenso, um pouco mais genérico e bem legal, ajudou bastante. Os tópicos que precisávamos cumprir eram os da imagem abaixo, caso não se lembrem.


Não li um livro por mês pois, como vocês já sabem, tive menos tempo livre do que de costume, mas isso não faz diferença, já que o importante mesmo para mim era lê-los.




















































Tudo bem, eu dei uma leve trapaceada com Ponto de Impacto, já que sempre é "inverno" no Ártico, mas vamos relevar, né? Também preciso admitir que li Reconstruindo Amelia esse mês para conseguir completar o Desafio, mas já planejava lê-lo antes, e a narrativa dele é incrível. E sim, tem um casal se beijando na capa de The 100, assim como na continuação, Dia 21! Olhem bem, haha, pois foi o que me salvou para o primeiro tópico.
Eu tinha outras opções para elementos da natureza, mas não poderia deixar de escolher o primeiro livro de uma serie que me marcou esse ano, a Coleção Sevenwaters, que começa com Filha da Floresta. Também amei poder escolher a Chloë Moretz para foto de uma pessoa famosa, já que simplesmente adoro essa atriz! E em breve ela irá estampar a capa de mais um livro, A 5ª Onda.
Não faz muito tempo que li A Escola do bem e do mal, mas com certeza foi em tempo para ele poder aparecer na categoria ilustrações. Acho essa capa muito linda, e queria ter talento para desenhar assim, ou quase tão bem. Outra série que eu amo e a qual acredito que vai fazer parte da minha vida por um bom tempo, é a Saga do Tigre. Ela fez uma pontinha aqui com o seu spin-off, muito lindo e bem escrito como tudo da Colleen Houck, diga-se de passagem, A Promessa do Tigre, que tem uma flor de lótus na capa, representando alguma flor ou planta.
Sobre a arte mais linda minha estante: essa foi difícil. Precisei decidir entre Trono de Vidro, Eleanor & Park e o atual vencedor, O Reino das Vozes que não se Calam. Há um tempo atrás eu tinha em mente Trono de Vidro, mas aconteceu um plot twistO Reino se meteu no meio da minha decisão. Apenas hoje decidi que Eleanor & Park entraria na jogada, mas foi um pouco mais sentimental do que qualquer outra coisa. Não tem como competir com aquele fundo rosa arroxeado, as fontes em alto relevo e a Sophia Abraão arrasando na capa.


Enfim, desejo a todos vocês tenham um ano novo, cheio de saúde, prosperidade, felicidade, amor e, principalmente, realizações! Até o ano que vem :)

Então é natal! Ou quase. O certo é que eu simplesmente não poderia deixar essa data passar em branco, principalmente porque ano passado não fiz nenhuma postagem especial. Mas agora, para animar a ceia de vocês hoje, ou proporcionar um lanche gostoso e fácil de fazer amanhã, aqui vai uma receita com o meu tempero favorito e a fruta oleaginosa mais gostosa que existe, direto da Toca.






























Uma dica é que vocês podem dobrar, triplicar ou fazer essa receita quantas vezes quiserem, até que tenham crocantes de nozes o suficiente, já que apenas uma porção é relativamente pequena. Além de não ser uma receita nada complicada, também requere poucos ingredientes, e é a cara do natal. E pode servir tanto como salgadinho quanto para complementar um prato mais elaborado. 
Eu pesquisei e descobri que também existe a versão doce desse crocante, mas, para ser sincera, ela não parece nem um pouco tão boa quanto a salgada. E está falando a garota que é uma formiga, então podem confiar.
Enfim, desejo que todos tenham um natal abençoado, cheio de paz, saúde, felicidade e união. Acho que não irá demorar muito para mim trazer outro post com tema natalino, e creio que vocês irão adorar. Feliz Natal!


"
Não há lugar melhor que o nosso lar", eu ouvi Dorothy dizer repetidamente, enquanto assistia a O Mágico de Oz pela décima vez. Porém, antes que a garota pudesse voltar para sua casa, no Kansas, o interfone toca. Nem os fones de ouvido conseguiram abafar o som. Não sei se odeio mais o barulho irritante que ele emite ou o fato de que agora terei que pausar o filme para atender a porta.
Saio da cama, não fazendo a mínima ideia de quem poderia ser. "
Meu pai está no trabalho e minha mãe no centro, mas ambos tem chave de casa". Pensei. "Não tenho nenhuma amiga que poderia me visitar à tarde, então elas também estão descartadas como possibilidades. E certamente o Caio Castro não sabe o meu endereço. Infelizmente. É mais provável que seja o carteiro com alguma encomenda." Mas o que vi quando peguei a chave para destrancar o portão que tinha saída para a rua e abri a porta da garagem, certamente não se parecia em nada com um carteiro. 
De onde eu estava, podia ver um homenzinho baixo, careca e muito magro, tão esguio que deixaria várias modelos com inveja. Ele usava um sobretudo comprido que cobria os tornozelos, e seus pés estavam descalços. "Será que ele era um mendigo e estava aqui para pedir comida?" A pele dele também tinha um aspecto estranho. "Talvez ele seja um revendedor da Jequiti".
Fui me aproximando do portão fechado, devagar. Talvez essa pessoa tenha apenas tocado a campainha no endereço errado. Mas, enquanto chegava mais perto podia notar que a pele dele não era apenas ressecada, e sim verde. "Ah, claro. Ele deve fazer performances como estátua viva" Mesmo que elas não sejam comuns na minha cidade. 
Eu não tinha mais teorias que pudessem explicar quem era aquele homem esquisito. Porém, de tão focada que estava em descobrir o que ele queria, antes mesmo de perguntar, acabei deixando de perceber as coisas ao meu redor. Como o meu cachorro, que estava em sua casinha, ao invés de latir para o estranho como faria com qualquer inseto que se mexesse. Ou na nave espacial que estava caída na horta, soltando fumaça, no terreno ao lado da minha casa.
Quando percebi tudo isso, soube quem era aquele homem, que de homem não tinha nada. Quem havia tocado o interfone, na verdade, era um alien.
"Tudo bem. Você já sabia que existia vida fora da Terra, só não que ela iria aparecer na porta da sua casa e que era tão feia. E clichê" Por mais que eu tivesse certeza de que não estava alucinando, meu cérebro era incapaz de processar aquela cena. 
Já estava bem próxima do portão. Tão perto que eu pude ouvir o extraterrestre falar comigo.

- Leve-me ao seu líder.

Instantaneamente dei meia-volta, decidida a bater a porta na cara do ET.

- Moça, ei, é brincadeira! Não fique chateada. - Ele dava umas risadinhas alienígenas que pareciam soluços. - Mas, meu santo Alien, você deveria ver a sua cara. - O extraterrestre então teve a coragem de me imitar, muito mal diga-se de passagem. - Me desculpe por isso, eu não pude evitar. Os humanos sempre caem nessa.

Toda aquela história de extraterrestre era tão surreal que eu pensei novamente na possibilidade de estar alucinando, ou então de estar em um quadro de pegadinhas do Silvio Santos. Mas tanto o alienígena, que agora me encarava, com seus olhos completamente pretos, quanto a nave ao lado da minha casa, pareciam bem reais.
Precisava ter certeza de que estava diante de um ET de verdade, então fiz a coisa mais lógica, e também imbecil, na qual consegui pensar. Destranquei o portão, segurei a cabeça do alien e a puxei para cima.

- Ai! - Ele disse. - Isso não é muito cordial. Por acaso, vocês, humanos, involuíram? - O ET pergunta, parecendo sincero.
- Não! Por acaso, vocês, extraterrestres, costumam tocar a campainha de pessoas e fazer brincadeirinhas sem graça? - Pergunto. 
- Não. Olha moça, eu já pedi desculpas por aquilo, ok? Se eu soubesse que ficaria tão ofendida assim, nem teria falado nada. Bom, são águas passadas. Apenas gostaria de saber se você poderia me indicar o caminho para o o posto de combustível mais próximo.

Como era de se esperar, eu ainda estava um pouco chocada com a visita inesperada.

- Posto de combustível? - Foi a minha resposta inteligente ao pedido do ET.
- Isso. Você não sabe o que é um? Me disseram que tem vários aqui na Terra também.
- Claro que eu sei o que é um posto de combustível! - Eu disse rapidamente, tentando encobrir a bobagem que falei. - O que eu quis dizer é qual tipo dele que você precisa.
- Ah sim, claro. Nós usamos suco.
- Como assim, suco? E gasolina, álcool, esse tipo de coisa?
- Isso nós bebemos, obviamente. - A lógica alienígena é uma coisa incrível.

Talvez eu estivesse completamente pirada. Na verdade, isso era muito provável. Mas, até que se provasse o contrário, eu ajudaria o alien, contrariando toda a improbabilidade da situação. 

- Pode ser Tang?

***

Depois de convidar Ubil, pois aparentemente ET's também possuem nomes, para entrar, precisei ir ao mercado comprar o suco em pó necessário para fazer a nave dele funcionar novamente. Não era a melhor ideia do mundo, deixar um alien sozinho na minha casa, mas eu não tinha outra opção. Se eu saísse com ele na rua, me achariam ainda mais esquisita do que normalmente.
Ubil me disse que, para chegar aonde queria, precisava apenas de 30 litros de combustível, pois além de sua nave ser pequena, também era ultraeconômica. Não faço ideia do que a atendente pensou de mim quando passei pelo caixa com trinta pacotinhos de suco instantâneo, mas tinha um extraterrestre na minha casa, então era desnecessário me preocupar com algo banal como isso.
Quando cheguei, encontrei meu mais novo e único conhecido extraterrestre, usando o meu notebook. E se tem uma coisa que ninguém faz, nem mesmo um alienígena, é mexer nas minhas coisas.

- Lá na Terra dos Aliens onde você mora não existe uma coisa chamada privacidade? - Perguntei.
- Ah, oi. Existe sim. Me desculpe, eu só estava interessado nessas imagens passando na tela. - Ele olhava admirado para Dorothy, batendo os calcanhares de seus sapatinhos vermelhos.
- Isso se chama filme. - Respondi.
- Claro! Eu ouvi falar dos filmes. Eles são uma raridade onde eu moro. Ninguém vê um há 946 anos terrestres. São uma tecnologia muito ultrapassada. Ouvi falar que aqui também existiam aqueles filmes curtinhos em sequência. Como se chamam mesmo?
- Você está falando das séries?
- Exato! -  Ele parecia realmente extasiado com aquilo.
- O que você e seus amigos fazem no seu tempo livre, então? Existem livros por lá?
- Sim, existem livros, vários. Mas só temos tempo de lê-los quando saímos do trabalho, que é igual e obrigatório para todos e dura 24 horas, ou seja, um dia terrestre. Não se espante, os dias no nosso planeta têm 40 horas.
- E qual é o trabalho de vocês? - Já que eu tive a ideia super normal e sã de ajudar um alienígena a fazer suco-combustível para a sua nave espacial e estou conversando com ele, por que não perguntar? 
- Telemarketing.

Subitamente, muita coisa fez sentido.

***

Após preparar todo o suco em pó, usar inúmeros baldes, copos, bacias e tudo o mais que pudesse conter o líquido, e aumentar muito a conta de água, fui ajudar Ubil a encher o tanque da nave dele. Isso implicaria em entrar naquela embarcação, mas afinal, o que é um passeio por uma nave espacial de pequeno porte quando já se teve um dia bem fora do comum?
Segui o alien pela porta de entrada da nave e então por um pequeno corredor, até chegarmos a cabine principal. Não parecia muito diferente de uma espaçonave da Terra, mas quem sabe o que eu encontraria se continuasse andando por ali? Larguei 2 baldes de suco de limão no chão e voltei à minha casa para pegar mais. Tentava não pensar em quanta louça eu teria que lavar quando acabássemos com aquilo.
Depois de tanto entrar e sair da nave, acabei notando que os botões e telas do painel de controle possuíam letras iguais as do nosso alfabeto, só que em menor quantidade. As únicas que apareciam eram A, E, I, O, U e Y, assim como os números que conhecemos. Assim que trouxe o último copo de Tang até a cabine, parei para tentar entender que palavras aquelas 6 letras estavam formando, mas era o mesmo que tentar ler em mandarim. Eu não conseguia entender absolutamente nada.

- Qual é a função desse botão aqui? - Perguntei a Ubil, que havia acabado de derramar o último frasco de shampoo cheio de suco instantâneo no tanque de combustível.
- Ligar o ar-condicionado.

Fala sério. Achei que era algo bem mais legal, tipo um propulsor de antimatéria. Mas, temos que aprender a conviver com decepções.

- Muito obrigado por sua ajuda, humana. - O extraterrestre ainda se recusava a me chamar pelo nome. Disse que sua cultura não diferenciava os terráqueos uns dos outros, o que era bem deprimente para nós, porém Ubil não me tratou nada mal, então simplesmente aceitei. - Posso retribuir o favor de algum modo?

Eu não sou acostumada a aceitar presentes de pessoas, muito menos de extraterrestres que mal conheço, mas a situação era bem incomum, o que pedia por atitudes incomuns. 

- Bem, sabe, a conta de água vai sair bem cara no final do mês...
- Não se preocupe, eu entendo perfeitamente. - Ele entrou em uma das salas da nave, e dava para notar que estava procurando por algo, já que havia barulho de coisas caindo ou simplesmente sendo atiradas a esmo. - Aqui está. - O alien disse, voltando com uma maleta prateada que abriu na minha frente, revelando dinheiro. Com certeza, muito mais grana do que eu precisaria para pagar uma conta de luz.
- Olha só ET, eu te agradeço por isso, mas não vou precisar de tudo, pode ficar com o resto - Eu disse, pegando algumas notas da mala e a empurrando de volta para Ubil. Não seria legal ficar com uma grande quantia em dinheiro de um alienígena que trabalhava com telemarketing. Tudo bem, não seria legal ficar com o salário de ninguém.
- Se você insiste. - O extraterrestre diz, se despedindo. - Obrigado, de verdade.
- Por nada. - Sorri para ele. Tantas coisas estranhas já tinham acontecido, não vou deixar de sorrir para um alien.

Saio da nave, ainda não conseguindo acreditar em quão maluco o dia foi. Ubil já estava preparado para partir, mas então me lembrei de uma coisa que eu não podia deixar de fazer.

- Ubil, espera! - Eu grito, e entro correndo na nave, antes que a porta se feche. Ele para, surpreso, e desliga o motor, se virando para saber o que me fez voltar até ali. - Tira uma selfie comigo?

***

Passei grande parte da tarde olhando aquela foto, tentando descobrir se poderia ter sido a minha imaginação extremamente fértil que criou aquela aventura. Até cheguei a compartilhá-la nas redes sociais, para ter certeza de que não era apenas eu que via o Ubil ali. Foi impossível não revirar os olhos quando li os comentários, mas fiquei contente mesmo assim, sabendo que aliens existiam e um deles tinha me visitado. Amigavelmente.

***





Eu não sabia direito como terminar esse texto, mas acabei gostando do final que dei. Espero que tenham se divertido lendo e deixem suas opiniões sobre o conto nos comentários. Críticas, dicas, reações, quero saber o que acharam! E o que vocês fariam se um alienígena batesse na porta da sua casa? Bem, essa foi só uma história que tomou forma enquanto estava sendo escrita, tirada da minha imaginação extremamente fértil. Beijos e até mais!


Título Original: Heir of Sevenwaters

Série: Coleção Sevenwaters (Livro 4)

Autor(a): Juliet Marillier

Editora: Butterfly

Número de Páginas: 496

Ano: 2015



A rotina em Sevenwaters está mais movimentada do que nunca. A esposa de lorde Sean, Aisling, está gravida, o que deixa todos na família muito contentes, mas também preocupados, já que ela não é mais tão jovem, algo que pode acarretar tanto em problemas para ela quanto para o bebê que está por vir. Além disso, Johnny deve chegar com alguns de seus homens e Deirdre, uma das filhas do casal, irá se casar muito em breve. Se não fosse por sua irmã gêmea, Clodagh, que coordena todas as atividades do lugar, os afazeres dos criados, cuida dos irmãos e das comemorações que acontecem ali, todos estariam em um estado de agitação ainda maior.

O casamento de Deirdre, além de apenas uma aliança, também se realizará por amor. Ela se casará com Illan, que é chefe do clã do sul dos Uí Neill, matrimônio esse que ajudará a promover a paz com a tribo do norte, e até mesmo com Sevenwaters. Ela pede ajuda para Clodagh, comunicando-se mentalmente, pois está nervosa com o grande dia, porém sua irmã estava na floresta, orando, principalmente pela gestação de sua mãe e a união que virá. Mas, antes que consiga sair do bosque e ajudar Deirdre a arrumar o cabelo, Clodagh vê uma sombra estranha por entre as árvores. A forma é muito parecida com a de uma pessoa, porém a garota tem certeza de que não é alguém conhecido, e, tomada pelo medo, sai correndo.

De tão atordoada que está, Clodagh mal repara quando dá de cara com dois homens, quase no fim da trilha. Como ainda está assustada, grita, pensando que um deles poderia ser o seu perseguidor, mas logo ambos esclarecem que são soldados de Johnny, o filho de Bran e Liadan, guerreiros de elite, que recebem treinamento na afastada ilha de Inis Eala. Seus nomes são Aidan e Cathal, e eles estão lá acompanhando seu comandante, que faz visitas periódicas a Sevenwaters, já que herdará essas terras quando Sean, que não tem filhos homens, morrer. Porém, enquanto o primeiro é gentil com Clodagh, o outro é bastante rude, e fala verdades que não precisariam ser ditas em voz alta.

Após o encontro inesperado, ela volta para casa levemente irritada e ajuda Deirdre a trançar seu cabelo, porém sua irmã lhe pede que, uma vez que estiver casada, não se comuniquem mais mentalmente, pois seria um pouco inapropriado para uma mulher casada. Isso deixa Clodagh triste, uma vez que as duas sempre compartilharam tudo, mas entende e acata o pedido. Agora, sem a sua melhor amiga e confidente, ela se vê entre organizar e delegar as tarefas de casa, receber flertes de Aidan e avisos, conselhos, de Cathal, tanto relacionados ao amigo dele quanto a questões políticas. Entretanto, de tão atarefada que está, acaba não prestando muita atenção a nenhum dos dois homens.

Assim, o tempo vai passando, e lady Aisling entra em trabalho de parto. Sua outra filha, Muirrin, que é curandeira, veio ajudar, entretanto ela também sabe que as condições para o parto não são as melhores possíveis. Porém, após uma noite insone para todos na casa, o bebê nasce, e tanto ele quanto a mãe passam bem. Todos ficam aliviados e muito contentes, mas ao mesmo tempo surpresos, já que o recém-nascido é um garoto e portanto deveria ser o primeiro na linha de sucessão ao invés de Johnny, porém ninguém se preocupa com isso no momento. O real problema é quando, poucos dias depois de seu nascimento, quando Clodagh se descuida por um momento, a criança é raptada.



















Sabe aquela felicidade quando você descobre que uma editora vai lançar a continuação da série que você adora? Eu tive a chance de experimentar isso, e é tudo de bom. Eu sabia que a Butterfly tinha lançado Sevenwaters como uma trilogia, e também que a coleção tinha mais livros (tanto que agora não se chama mais trilogia, e sim Coleção Sevenwaters, rs), mas não estava esperando que eles lançassem o próximo volume. Para mim, foi realmente uma surpresa, já que eu só descobri quando recebi um email perguntando se eu estava interessada em resenhá-lo. Agora me diz: que tipo de pergunta é essa? Óbvio que o solicitei.

Demorei mais do que gostaria para lê-lo, mas gente, que aventura incrível. O cenário agora não é Sevenwaters, a Bretanha, ou Kerry, e sim o Outro Mundo. A morada dos Antigos, dos Seres da Floresta e de outras criaturas sobrenaturais, que sempre estiveram presentes na série, mas em segundo plano. Tudo bem que eles mais atrapalham do que ajudam, principalmente nesse livro, mas talvez por isso mesmo é que seja tão legal. Não me levem a mal, eu amo Sevenwaters, mas é ótimo sair do lugar-comum às vezes.

Assim como das outras vezes, alguns personagens dos livros anteriores continuam aparecendo, o que eu adoro, pois não precisamos nos despedir deles tão cedo, mas sempre são os novos que tem vez. E por falar neles, bem, primeiro: lindos, todos eles, por dentro e por fora, assim como os antigos. Mas meu preferido foi, meio que obviamente, o Cathal. Desde que o conheci ele me lembrou outro personagem muito querido: o Jace, de Os Instrumentos Mortais. O jeito dele foi suficiente para eu automaticamente imaginá-lo como o Jamie Campbell.

Uma das coisas que ainda me incomoda um pouco sobre a escrita da Juliet, é que alguns eventos acontecem muito rápido. Estamos lendo o livro, curtindo a história e BAM alguém morre, por exemplo. Contudo, após isso, a história continua normalmente, não tem muito daquele sentimento de perder alguém. O que eu estou falando é que, as vezes, ela não é descritiva o suficiente, mas isso em relação aos sentimentos dos personagens.

Herdeiro de Sevenwaters, tem menos páginas do que seus predecessores, mas possui um extra que nenhum deles tinha: uma árvore genealógica e uma lista de personagens. Não que fizesse tanta falta, mas é sempre bom ter alguns bônus novos sobre a série. A edição da Butterfly está mais linda do que nunca, a revisão e a diagramação, então, impecáveis. Essa é provavelmente a última ou penúltima resenha de 2015, além de uma das minhas séries favoritas da vida toda. Um conselho para 2016: leiam.



Ontem, na sexta-feira (11/12), foi oficialmente meu último dia de aula no Ensino Médio. Apesar de muito divertido, pois tivemos banho de tinta e eu consegui sujar bastante gente, apesar de sair completamente imunda, também foi um dia bem nostálgico, mas eu acabo pensando quais não são? No fundo, todos os dias deixam uma espécie de saudade.
Logo depois de sair do colégio, limpa, fui direto para a praia, e estava tão cansada que acabei dormindo uma parte da viagem, o que eu nunca costumo fazer. Foi por isso que não postei ontem, em parte porque estava morta de sono e no carro, grande parte da tarde. Mas já estou pertinho do mar agora, o que me deu inspiração para essa postagem. 
Eu me pergunto, quem não gosta de praia? Amo ir à praia desde pequena e, por mais que eu tenha tido problemas com biquíni ultimamente, rs, ainda adoro. E por que não juntar duas das minhas coisas favoritas? Selecionei alguns livros que possuem praias na capa para vocês poderem entrar no clima de férias também.



Ah, capas de livros e praias com certeza se completam. Ler na na beira do mar, apesar de ser um pouco complicado, já que nunca queremos sujar nossos livros, também. A leitura é válida em qualquer lugar.
O Nicholas Sparks e a Sarah Dessen ficam empatados no quesito "quem publicou mais livros com praias na capa", pois, incrivelmente, eles possuem ainda mais obras desse tipo do que as que mostrei aqui. Podem conferir elas no Skoob, mas também usei essa página do GoodReads para montar o post.
Acho que minha capa favorita de todas foi a de The Summer After you + me. A foto, o local, a fonte, as cores, creio que tudo ficou perfeito. E qual foi a que você mais gostou?

Como vocês já sabiam, o tempo estava escasso para mim nessas últimas semanas, porém agora tudo já voltou ao normal, inclusive as postagens e eu logo, além de entrar em férias, irei concluir o ensino médio. Isso é incrível, assustador e eu não estou exatamente preparada, mas vamos lá!
Entretanto, como a minha rotina estava movimentada, isso significa que eu tive poucas chances de conseguir marcadores novos, vulgo ir à livraria e olhar para a atendente do caixa com cara de filhote que caiu do caminhão de mudança e pedir por marca páginas, mas mesmo assim tenho alguns novos para mostrar.







O mais inusitado de todos é o primeiro, que se parece com um fecho comum de roupas. Comprei ele no aliexpress (infelizmente a loja na qual eu fiz o pedido não os vende mais, mas outras devem tê-lo, com certeza) e nem entendi como ele era simples até que recebi em casa. Vários colegas estranharam, até eu mostrar que era apenas colocar o marcador em alguma página, como qualquer outro. Nenhum mistério, e muito estilo para os seus livros!
Alguns dos marcadores da última foto eu devo agradecer ao blog Tracinhas, pois participei de um concurso lá e não fui a ganhadora, contudo, ainda assim as meninas me mandaram vários mimos fofinhos. Não esqueçam de visitá-las, viu?

Gostaria de dizer que o fato de eu ter voltado com essa coluna foi apenas a minha paixão por lobisomens, mas não seria verdade, já que o fato de a Stephenie Meyer ter lançado Vida e Morte há pouco tempo, e eu ter começado a assistir (e consequentemente amar) Teen Wolf, me influenciaram. Mas no fundo isso não é importante, vamos falar de coisas boas, vamos falar de lobisomens.
Lobisomem é uma criatura folclórica semelhante a um lobo, mas com corpo parecido com de um homem. É a descrição mais generalizada desses seres. E que bom que existe a liberdade criativa, não é mesmo, do contrário toda essa espécie de metamorfos teriam que ser o sétimo filho de um sétimo filho, e assim por diante. 
Logo no momento em que decidi fazer essa coluna, passou despercebido por mim que eu não havia lido nenhuma série que tinha lobisomens como o tema principal. Em Crepúsculo eles aparecem bastante, porém quem domina a cena são os vampiros. Os licantropos também têm a sua vez em Os Instrumentos Mortais, mas os protagonistas são os caçadores de sombras. Ou seja, a escolha das séries abaixo foram baseadas na minha vontade de lê-las e nas resenhas que vi por aí.













Sinopse do primeiro livro, Calafrio: O frio. Grace passou anos observando os lobos no bosque próximo à sua casa. Um deles, um belo lobo de olhos amarelos, a observa também. Ele parece familiar, mas ela não sabe por quê. 
O calor. Sam vive duas vidas. Como lobo, ele é um companheiro silencioso da garota que ama. E, por um curto período a cada ano, ele é humano, embora nunca tenha coragem suficiente para falar com Grace… até agora.
O calafrio. Para Grace e Sam, o amor sempre foi mantido a distância. Mas, uma vez revelado, não pode ser negado. Sam precisa lutar para continuar humano, e Grace precisa lutar para ficar ao seu lado — mesmo que isso signifique enfrentar os traumas do passado, a fragilidade do presente e as impossibilidades do futuro.














Sinopse do primeiro livro, Alma: Alexia Tarabotti enfrenta uma série de atribulações sociais, quiproquós e saias justas (embora compridíssimas) em plena sociedade vitoriana. Em primeiro lugar, ela não tem alma. Em segundo, é solteirona e filha de italiano. Em terceiro, acaba sendo atacada sem a menor educação por um vampiro, o que foge a todas as regras de etiqueta.E agora? Pelo visto, tudo vai de mal a pior, pois a srta. Tarabotti mata sem querer o vampiro ― ocasião em que a Rainha Vitória envia o assustador Lorde Maccon (temperamental, bagunceiro, lindo de morrer e lobisomem) para investigar o ocorrido.
Com vampiros inesperados aparecendo e os esperados desaparecendo, todos parecem achar que a srta. Tarabotti é a responsável. Será que ela conseguirá descobrir o que realmente está acontecendo na alta sociedade londrina? Será que seu dom de sem alma para anular poderes sobrenaturais acabará se revelando útil ou apenas constrangedor? No fim das contas, quem é o verdadeiro inimigo, e... será que vai ter torta de melado?
Uma das séries de Steampunk mais cultuada do mundo.















Sinopse do primeiro livro, Lobos não Choram: Anna nunca soube que Lobisomens existiam, até a noite em que sobreviveu a um ataque violento... E se tornou um deles. Depois de três anos como o membro menos importante da alcateia, Anna aprendeu a manter a cabeça baixa e a nunca, jamais, confiar nos machos dominantes. Foi então que Charles Cornick, o matador de aluguel e filho do líder dos lobisomens da América do Norte, entrou em sua vida.Charles insiste em afirmar que Anna não está destinada a ser somente sua grande companheira, mas também um raro e valioso lobo Ômega. A força interior de Anna e a sua presença tranquilizadora serão realmente valiosas quando ela e Charles saírem à caça de um lobisomem desgarrado, uma criatura dominada por magia tão negra que poderia ameaçar toda a alcateia... 


Já li livros com fadas, vampiros, princesas, bruxos, semideuses, adolescentes normais (e outros nem tanto), pessoas que nem sabem o que são. Elfos, órfãos, assassinos, cavaleiros, gente que viaja para terras místicas, até zumbis como personagens principais. E olha, esse último foi uma aventura e tanto. Por isso, fiquei um pouco decepcionada por nunca ter lido algo inteiramente de lobisomens, mas vou tentar compensar isso. Pelo menos tenho uma ideia de por onde começar.
Realmente não tive a oportunidade de ler nenhuma dessas séries, mas a maioria das resenhas que li são positivas, além disso, todas as sinopses me deixaram muito curiosa. Se alguém já tiver lido alguns desses livros e quiser deixar sua opinião, ou ainda se conhece outra saga em que o tema principal seja lobisomens, deixem elas nos comentários! Vou adorar conhecer novas ou saber o que acharam das que escolhi.