Título Original: Day 21

Série: The 100 (Livro 2)


Autor(a): Kass Morgan


Editora: Galera


Número de Páginas: 288


Ano: 2015






Contém spoilers de The 100

21 dias se passaram desde que 100 jovens das naves espaciais Phoenix, Arcadia e Walden chegaram à Terra, com a missão de verificar se os níveis de radiação de lá já estavam baixos o suficiente para a sua recolonização. Apenas 3 semanas, e eles descobriram da pior forma que não estão sozinhos no planeta que acreditaram, até então, ser inabitado. Os chamados terráqueos se revelaram para eles ao matar uma pessoa do grupo, além de sequestrar a irmã de Bellamy, Octavia, querendo com isso deixar uma mensagem implícita muito clara: não queremos o seu povo aqui. Vão embora.


Devido a isso, no acampamento que armaram e que agora chamam de lar, o clima é de constante tensão. Todos têm medo que os terráqueos ataquem novamente, e as coisas só pioram quando alguns dos jovens começam a adoecer, tendo febre e vômitos, sem a capacidade de manter alimentos sólidos no estômago. A primeira a adoecer é Molly, apenas uma pré-adoslescente, porém logo outro garoto mais velho apresenta os mesmos sintomas. Clarke, que é a única com habilidades médicas dentre todos, fica com medo que isso seja devido ao envenenamento por radiação, mas ela não pode dizer com certeza, por isso recusa-se a dar para eles o remédio que pode tanto ajudá-los quanto matá-los, caso estejam sofrendo de outro mal. 


Decidido a encontrar sua irmã, Bellamy começa a seguir os rastros da garota, mesmo que eles o levem a partes desconhecidas da floresta. Como Clarke ainda está com raiva de Wells por ele não tê-la deixado entrar em um incêndio, mesmo que o fogo já tivesse se alastrado bastante, para salvar sua amiga, Thalia, e sem poder fazer nada pelos doentes, ela parte com ele. Enquanto seguem o traço de Octavia por entre as árvores, a jovem médica acha um pedaço muito estranho de metal, o qual contém as iniciais da empresa que construiu a nave, sua antiga morada. Porém, antes que os dois possam averiguá-lo melhor, uma cobra pica o braço de Clarke e ela acaba desmaiando.


Wells está começando a se tornar o verdadeiro líder do acampamento, e enquanto comanda e ajuda os outros adolescentes a fazer diversas tarefas, ele vê um movimento estranho na floresta. Se prepara para atacar, mas logo abaixa sua arma quando percebe que é Bellamy, carregando Clarke. Ele os conduz até a enfermaria onde aplica na garota um soro universal, o que salva a vida dela. Porém, antes mesmo que os garotos consigam se tranquilizar, uma sombra aparece entre as árvores. Eles não têm dúvida que é um dos terráqueos, e antes que ele possa fugir, o perseguem e conseguem capturá-lo.

Na Colônia, Glass está presa em Walden, onde mora seu namorado, Luke. Após o Vice-Chanceler ter comandado que as passagens entre as naves fossem fechadas, para que Phoenix pudesse ter um suprimento de oxigênio maior, já que esse gás está acabando devido a um estrago nas máquinas, promovido por Wells, os dois pensam que irão acabar morrendo. 
Glass acha que pode voltar para sua antiga casa por um duto de ar, porém só o fará se Luke for com ela. Entretanto, um acontecimento inesperado, crianças com o rosto azulado e pessoas desesperadas são fatores que a levam a tomar outra decisão.





















Foi um pouco estranha para mim a leitura de Dia 21, pois li The 100 e então decidi assistir a série de TV, que, olha só, é completamente diferente das obras literárias, para apenas depois ler a continuação do livro. Como existem vários personagens na adaptação que foram criados, não existem no livro, fiquei meio confusa quando comecei a leitura, até porque outras coisas também foram mudadas. Ok, só aquilo que não trocaram na série foi o nome de 5 personagens principais, o resto é tudo diferente.

Mas também aconteceu algo incrível em Dia 21, que ainda de ser visto na série televisa, chamado Bellarke. Sim, finalmente eu tive a oportunidade de ver um dos meus ships preferidos engatando um relacionamento, apesar de gostar mais da química deles na adaptação do que nos livros. Adorei tê-los visto juntos, entretanto esse não é o único par romântico da trama e, por mais que eu goste de romance, acho que a Kass focou demais nessas relações e acabou se esquecendo um pouco do todo, do universo que ela criou. É, sou bem incompreensível mesmo.

Mesmo sem focar muito na Terra ou nas novas coisas que encontram, o livro ainda tem a sua magia e, como não podia deixar de ser, da mesma forma que em The 1oo, muitos ganchos/cliffhangers*, os quais sempre estão lá para nos fazerem querer continuar lendo, com o intuito de saber o que acontece. Os personagens que a autora criou continuam bastante originais e humanos, precisando sempre lidar com escolhas e suas consequências. A interação entre eles se torna ainda maior, mesmo que bastante rápida e sucinta em diversas vezes. 

No livro anterior não gostava muito do Wells -e o que dizer então da série, onde ele aparece em apenas 2 episódios-, mas agora ele mostrou a que veio. O Chanceler-Júnior é realmente um líder, apesar de confiar demais em algumas pessoas, o que, felizmente, não se mostra um erro. Bellamy continua o irmão mais velho preocupado de sempre, além de se mostrar um caçador muito útil e um namorado super fofo. E, se eu achava a Glass um pouco desnecessária no livro anterior, nesse, com sua coragem e força de vontade, ela me conquistou.

Agora só resta esperar por Homecoming, o terceiro livro da série, e torcer para que ele seja tão bom ou melhor que os anteriores, além de ter uma capa e diagramação tão linda quanto essas. Que ele venha com muitas reviravoltas, narrativas alternadas, que são mais curtas nos livros da Kass, o que é menos cansativo e bem mais interessante, e acontecimentos que não foram abordados na série de TV.




























* Recurso de roteiro utilizado em ficção, que se caracteriza pela exposição do personagem a uma situação limite, precária, tal como um dilema ou o confronto com uma revelação surpreendente. Geralmente, o cliffhanger é utilizado para prender a atenção da audiência e, em casos de séries ou seriados, fazê-la retornar ao filme, na expectativa de testemunhar a conclusão dos acontecimentos.

Se eu soubesse o que receberia da Butterfly, antes de isso acontecer, no dia de ontem, ficaria pelo menos 10 vezes mais ansiosa com a chegada do meu pacote do que estava. Porquê? Simplesmente porque veio com uma almofadinha super fofa, com a mesma imagem que estampa a capa do quarto livro da série Sevenwaters, Herdeiro de Sevenwaters. Juro que quando abri o pacote e vi que o exemplar solicitado por mim não era a única coisa ali dentro, comecei a dar gritinhos de empolgação.
































Fui logo mostrar para a minha mãe, e, de tanto que gostei do brinde, ela acabou adorando também. Creio que não tem como deixar de achar o mimo uma graça, e fiquei muito feliz de poder ter algo que remete a essa série tão querida para mim. Agora, só preciso agradecer para a Editora Butterfly e lembrar vocês de aguardarem a resenha! Ah, e claro, leiam os livros anteriores (1, 2, e 3) assim que tiverem a chance. Digo e repito, não irão se arrepender. Beijo!



Creio que nem preciso explicar o título, ele fala por si só, mas vamos lá. Sei que às vezes sou uma negação nas resenhas, então tento ao máximo possível falar de livros de que gosto de maneiras diferentes, sempre variando os títulos ao máximo para que vocês possam ter várias opções de leitura, sendo esse o motivo de o blog ter tantas colunas. Bem, acho que acabo de criar mais uma.
Quando vi essa série de postagens no blog Livros e Bolinhos, senti que só podia ser uma espécie de mensagem divina para mim. A Juh usa ela para resenhar livros que ela leu faz bastante tempo, porém não opinou. Eu, entretanto, pretendo usá-la para indicar obras lidas por mim que nunca apareceram aqui no L&C, ou que tiveram apenas seus 15 minutos de fama.







Esses livros foram marcados com o Selo de Qualidade da Renata, e vocês podem lê-los sem preocupação de detestar a história, de acordo com o gosto literário de cada um, claro. Porém, eu sempre recomendo que todos vocês tentem sair de sua zona de conforto e ler coisas diferentes. Nunca se sabe qual pode ser o seu próximo livro favorito. Ah, se encontrarem qualquer erro de ortografia nas imagens, é só me avisar. Beijos!

Olá, olá, olá. Olá, meus filhos. Entrem em seu novo lar, mas antes esfreguem a sola dos sapatos ai fora, para não trazerem lama para dentro de casa. Acho que já estava mais do que na hora de passar para vocês a receita do prato que me inspirou a criar essa coluna, certo? Como já sabem, devido a esse post, gostei mais do filme do que dos livros de onde ele foi adaptado, os três primeiros volumes da série Desventuras em Série. Porém, após, não um mau, mas um começo não tão bom quanto eu esperava, a história dos Irmãos Baudelaire acabou se tornando uma de minhas favoritas, esse ano, e já sinto muitas saudades dela.
Depois de um final de partir o coração, me encher de esperanças e uma quantidade de lágrimas que seria capaz de fazer o Lago Lacrimoso transbordar, nada melhor do que ter novamente um gostinho da série para nos lembrarmos dela. Literalmente.






















Fiquei com uma vontade louca de comer massa agora, gente, haha. O bom é que esse não é um prato difícil nem trabalhoso, e vocês ainda podem acrescentar mais temperos que gostem a ele, caso desejaram.
Procurei por várias receitas até encontrar essa, que me pareceu a mais gostosa e de acordo com o que eu imaginava, enquanto estava lendo o livro. Se bobear, até o Conde Olaf aprovaria, mesmo que prefira rosbife. Um beijo e muito queijo ralado para acompanhar o macarrão.

Há duas semanas atrás, fui para a biblioteca da minha escola com a intenção de saber se a Mundo Estranho do mês de Outubro tinha chegado, mas a resposta foi negativa. Em contrapartida, os bibliotecários me ofereceram uma coisa bem melhor: apresentaram as mais novas aquisições do colégio para mim, os dois primeiros volumes da série Trono de Vidro, da autora Sarah J. Maas. 
Eu já tinha o primeiro, Trono de Vidro, contudo não queria lê-lo, pois sempre existe aquela velha história de esquecer o que aconteceu nos livros anteriores se você demora tempo demais para ler a continuação. Porém, Coroa da Meia-Noite estava ali, sozinho e indefeso -ha!- e eu não podia permitir que alguém o retirasse com a intenção de devolvê-lo apenas após 2 meses, o que me rendeu um feriadão devorando o início da série.
Infelizmente, a premissa é bem mais interessante do que a história em si, que eu achei bastante clichê em vários pontos e até bastante óbvia, sem muitos mistérios. Entretanto, isso não deixa Trono de Vidro menos interessante, legal ou merecedor de uma playlist.




Montei essa seleção com a ajuda de várias outras playlists do Spotify, o que ajudou a torná-la ainda mais compatível com a história. As músicas também são bem mais sóbrias do que aquelas normalmente selecionadas apenas por mim, dando um toque especial de Celaena por aqui. Espero que aproveitem e consigam ler essa série! Será difícil não gostar dela, e, de quebra, irão ter bem mais surpresas do que eu tive.

Nada melhor do que começar o domingo com uma notícia boa, então não vou me estender: o Livros & Chantilly fechou parceria com a Editora Draco! Estou sabendo disso fazem alguns dias, mas como estava escrevendo a última resenha e bastante atarefada, deixei essa surpresa para hoje. Ora, dizem que domingo é um dia tedioso. Com certeza o meu domingo está bem menos chato agora
Vamos nos conhecer melhor a editora e alguns títulos que ela já publicou?



Gente, vamos combinar, Draco é um nome incrível. Além de remeter a um dos animais mais amados por mim em toda a mitologia, os idealizadores da editora deram um significado todo especial ao porquê dele ter sido escolhido.

Abaixo vou deixar algumas obras da editora pelas quais mais me interessei, porém não irão encontrar apenas livros, mas HQ's também. Sim, a Draco publica quadrinhos, e já me deixou com vontade de comprar a coleção inteira de Boy's Love. A grande questão é: onde guardar? Vou precisar de um Feitiço Indetectável de Extensão logo, logo.

         

         

Cliquem na capa de cada livro para serem direcionados ao site, onde poderão ver mais informações sobre cada exemplar, como sinopse, número de páginas,e claro, comprá-los, caso se interessarem pelas obras do mesmo modo que aconteceu comigo! Espero que tenham várias ações, como a editora chama, legais, para que eu possa ler todos e trazer a resenha para vocês. Até!


Título Original: Child of the Prophecy

Série: Trilogia Sevenwaters (Livro 3)


Autor(a): Juliet Marillier


Editora: Butterfly


Número de Páginas: 640


Ano: 2014




Contém spoilers de Filha da Floresta e Filho das Sombras

É no pequeno vilarejo litorâneo de Kerry que Fainne vive com seu pai, Ciarán. Depois de ele ter deixado Sevenwaters com Niamh, sua, agora, falecida esposa, nunca teve intenções de voltar. Os dois levam uma vida solitária, morando em um alojamento pequeno, chamado de Honeycomb, e não mantendo relações estreitas com ninguém. O único amigo de Fainne é Darragh, um viajante, que passa apenas os verões, juntamente com sua caravana, no povoado onde ela mora. A garota sempre espera ansiosa por sua chegada, pois é uma das poucas vezes que existe uma mudança em sua tão restrita rotina.


Desde pequena seu pai ensina a ela a arte da magia. Por ter sido um druida quando mais novo, e bastante promissor, apesar de ter decidido deixar os nemetons de lado e vir para Kerry com Niamh, Ciarán não poupa esforços para que Fainne se torne tão versada na prática de feitiços quanto ele próprio. Raramente sorri, e acha muito importante que a filha seja capaz de ter autocontrole e grande capacidade de concentração. Apesar de ser reclusa, Fainne gosta bastante de sua vida, do silêncio constante do Honeycomb e de praticar diariamente, seja movimento objetos, estudando a história de seu povo, ou apenas meditando.


Apesar de mancar, devido a uma deformidade em um de seus pés, ela leva uma vida normal para alguém de seu povo. Não sabe nadar, pois tem medo de água, nem cavalgar, mas não se importa com isso, uma vez que aquilo em que está realmente interessada é a prática da magia. Um dia, quanto já é adolescente, Ciarán lhe conta a história dele e de sua mãe, como os dois se conheceram em Sevenwaters e tiveram sua união proibida, como Niamh foi obrigada a se casar com o líder de outra região e foi, mesmo debilitada, resgatada por sua irmã Liadan, que a levou até um lugar seguro. Com isso, seu pai tem o propósito de introduzi-la as outras pessoas de sua família, para lhe dizer que deve ir para Sevenwaters.

Fainne não gosta da ideia de seu pai, pois não pretendia se separar dele em nenhuma circunstância, muito menos ir para um lugar estranho, principalmente agora que ele está doente, mas não tem outra opção. Entretanto, antes que ela vá morar com seus tios e primas em Sevenwaters, Ciarán chama sua mãe, a avó de Fainne, Lady Oonagh, para que passe um tempo com a menina e lhe ensine coisas que homens não costumam saber, como agir e falar de modo compatível a uma dama, bordar, entre outras habilidades costumeiras a uma garota daquela idade. 

Ciarán então deixa Fainne sozinha em casa pela primeira vez, o que a faz ficar muito chateada. Ele nem se despediu e isso a machuca, mas ainda assim a garota espera pela avó. Contudo, quando Lady Oonagh chega, fica bem claro para Fainne que suas intenções não são apenas ensiná-la a se portar decentemente. A feiticeira não demora em lhe inteirar de seus planos de destruir a campanha de Sean de Sevenwaters e seus aliados para recuperar As Ilhas, que foram tomadas pelos bretões, tão caras para aquele povo e suas crenças. Agora, além de suportar os diversos castigos e ameaças da avó, Fainne também precisa decidir se irá obedecê-la ou lutar por aquilo em que passou a acreditar.


Filha da Profecia é o terceiro volume da trilogia Sevenwaters, que, até onde eu sei, conta com mais do que apenas 3 livros. Não tenho certeza se são spin-offs, mas felizmente existem mais contos dessa série maravilhosa. Se você já leu as resenhas dos livros anteriores, vai perceber que eles ganharam uma nota maior do que esse, porém não foi porque eu gostei menos dele, e sim porque gostei mais dos outros (isso faz diferença, acredite).

Embora Filha da Profecia não tenha sido meu exemplar favorito, gostei bastante dos novos personagens, e ainda mais de rever os antigos conhecidos. Entretanto, Eamonn de Marshes era um sujeito que já poderia estar bem longe. Ao menos ele foi útil no final, mesmo que movido por seus próprios interesses. Achei que a Fainne corresponde a alguns clichês que vemos em livros atualmente, como o de não poder amar ou se apegar a alguém, ou acreditar que não pode pedir ajuda a ninguém, isso eu entendo, mas mesmo assim consegue fazer isso de uma forma única.

Alguns personagens podem ter morrido no segundo livro, o que foi muito triste e doloroso, contudo em Filha da Floresta a Juliet testa a nossa paciência e capacidade de aguentar notícias duras sem infartar. Mas, claro que só brincar com o nosso coração não é suficiente, então ela tinha que matar um personagem muito querido desnecessariamente. Aconteceu tão rápido e inesperadamente que eu nem consegui absorver ainda. Quase não consegui ler o capítulo final. Estava evitando ter muitas esperanças, para, caso o que eu esperava não acontecesse, ficar um pouco menos triste.

A história de Fainne, apesar de tão bem escrita quanto as anteriores, não me encantou tanto quanto as outras. Acho que nesse livro o desenrolar dos eventos ficou meio óbvio, e o título dele em português também não deixa muita coisa para a imaginação. Mesmo que eu goste e que ele combine com a série, tira um pouco da surpresa, porém, no fundo, isso não importa tanto, já que a Juliet escreve como se ela mesma tivesse visto e participado de tudo o que aconteceu. A edição da Butterfly está linda como sempre, e dessa vez não encontrei nenhum erro de ortografia. Infelizmente, também não encontrei a introdução da autora a série, o glossário e a forma correta de pronunciar os nomes, que os livros anteriores possuíam.   


Faz tanto tempo não publico uma wishlist aqui no blog que nem parece que eu quero livros novos. Ha. Ledo engano, gente. Querer mais livros, eu sempre quero, porém isso, infelizmente, não significa que eu possa simplesmente sair comprando todos eles (sonho de qualquer leitor).
Desde a última wishlist eu realmente me controlei bastante. Minha última compra foi há algum tempinho, no site das Americanas, quando teve uma promoção bem legal e acabei levando 2 livros por 9,90R$ cada. E mais um de 17, 90R$, mas eu realmente queria tê-lo, então acho que valeu a pena. Além disso, tem como não desejar lançamentos, logo nessa época pós-bienal?





Como não querer o livro lançamento de uma das minhas autoras favoritas, que já estão elogiando de montão? A Colleen esteve aqui no Brasil para divulgar O Despertar do Príncipe e, deve estar ficando repetitivo mas, eu nunca vou me esquecer disso. E também, ninguém pode simplesmente dizer "não" para um livro que o Christopher Paolini recomenda. Seraphina foi publicado no Brasil faz alguns anos, mas já naquela época me chamou atenção por causa desse elogio. Além da sinopse interessante, claro.
Ela não é Invisível eu queria mesmo quando ele ainda nem tinha sido traduzido, como podem ver aqui. O que falar então da nova série do Rick Riordan, Magnus Chase e os Deuses de Asgard, que o próprio autor vem divulgando há algumas semanas no Instagram? Viva as diferentes mitologias existentes! 
A Febre está sendo muito comparado com os livros da Gillian Flynn, que todos dizem ser uma autora excelente, só que voltado para o público mais jovem. Além disso, li uma resenha linda do nacional Para Continuar, que parece ser muito fofo. Qual dessas obras vocês também estão desejando, só esperando chegar alguma promoção para efetuar a compra? Corram para a livraria virtual mais próxima!