Quando trago um DIY aqui para o blog, geralmente é apenas um, onde eu ensino vocês a fazer todo o objeto, passo a passo. "Então, porquê tem uma seleção Rê? O post não vai ficar enorme ou até mesmo confuso?" Porque, meus amadinhos, dessa vez não serei eu que os ensinarei a montar as peças, e sim muitos vlogueiros gente-boa, que fazem uma coisa mais linda, além de criativa, que a outra. São tantas ideias maravilhosas que eu não pude escolher apenas uma para postar hoje, esse sendo o motivo da 'seleção'.
Espero que estejam preparados para ficarem babando. Aviso: os vídeos abaixo podem dar vontade de correr para a loja de armarinhos mais próxima.















Eu acho que se, no final, você gostar do resultado, independente de o projeto ter sido muito cansativo ou não, irá ter valido à pena. Você vai acabar se sentindo orgulhoso do seu trabalho, e ainda mais satisfeito quanto alguém perguntar onde você comprou e a resposta for "ah, eu que fiz". O único problema desses DIY's, é que, devido aos diferentes materiais usados para fazer o objeto, alguns deles podem ter um custo um pouco alto.
Usei vídeos de canais diferentes, mas vou creditar todos eles aqui em baixo: o da Gabi Grativol, da Maddu Magalhães, Fernanda Banderó e o Ideias Personalizadas DIY. Não deixem de dar uma espiada nos outros vídeos gente, tem coisas tão incríveis quanto essas! Tomara que gostem e possam se inspirar :>

Olá pessoal! Primeiramente, me perdoem pela demora em postar. Acreditem se quiserem, mas esse post deveria ter saído na terça-feira. Como não consegui aprontar tudo e quarta eu tenho aula, literalmente, o dia inteiro, além de ontem ter ganho um notebook novo (mais agilidade na blogagem, pessoal, viva!) e tive que configurá-lo e passar todos os meus arquivos de um computador para outro, acabou sobrando para hoje mesmo. Antes tarde do que nunca, haha.
Então, estava com saudades de editar umas citações bem legais para postar aqui, sirvam elas de inspiração, papel de parede do seu celular/computador ou apenas apreciação mesmo, e foi o que fiz. Talvez essas novas tenham demorado um pouco porque eu gosto de variar bastante os livros de onde as tiro, acho que também é legal saber o contexto de cada uma.











Espero que tenham gostado! Até segunda, quando pretendo trazer um (ou mais? Me digam o que vocês preferem) vídeo de DIY bem diferente, muito lindo, que encontrei no youtube. Beijos!

Muitos anos antes de criar o blog, eu costumava ler muitos livros em ebooks. A biblioteca da minha escola do fundamental era praticamente a mesma desde a 5ª série, com pouquíssimos títulos interessantes para uma garota que, naquela época, ainda era muito seletiva no quesito livros. Não lembro como fiquei sabendo dos ebooks, conhecidos por mim até hoje como livros em PDF, mas logo já estava procurando por eles em todo e qualquer site que possuísse algo relacionado. Comecei com o 4Shared, então encontrei o Scribd e um blog maravilhoso, que infelizmente parou de funcionar, o Malucos da Leitura
Inúmeras séries eu pude ler graças as, agora falecidas, comunidades de tradução. Academia de Vampiros, Os Imortais e Feios são alguns exemplos. Lembro que eu podia passar horas sem piscar na frente do meu antigo notebook, querendo terminar um livro para já, logo em seguida, poder começar o próximo da saga. 
Ebooks até hoje são uma alternativa para aqueles que não podem gastar dinheiro com todos os lançamentos que saem, quase que, diariamente. Eles são, como as próprias comunidades costumavam ressaltar, um trabalho de fã para fã. A comercialização de todos aqueles lidos por mim sempre era proibida, e os tradutores o aconselhavam a, se você tivesse gostado da obra, comprá-la posteriormente. Por exemplo, eu agora tenho a coleção completa de Academia de Vampiros e metade da de Os Imortais.
Hoje eu tenho conta na Amazon e o Kindle (download aqui) no meu celular, além do tão conhecido Adobe Reader (download aqui), mas eles são abertos raramente. Depois de algum tempo comprando livros em promoções e com novas bibliotecas disponíveis, além de amigas muito queridas, acho que desaprendi a ler apenas olhando para uma tela. Porém, parece que isso é como andar de bicicleta, já que há pouco tempo acabei me envolvendo completamente na leitura de A Escolhida, cedido em parceria pela Amanda, no Kindle, o que me deu a ideia para essa postagem, pontuando as vantagens e desvantagens dos ebooks. Porque o livro não precisa ser hardcover para ser bom.





Por serem pequenos, apenas um adicional para o mundo criado pelos autores, e não necessários para o entendimento da série principal, vários spin-offs são publicados na internet, a maioria até de forma gratuita. Exemplos disso são O Príncipe e O Guarda, da trilogia A Seleção, Destrua-me e Fragmenta-me, da série Estilhaça-me, e até mesmo O Capítulo do Julian, do livro único que foi um sucesso, Extraordinário
Isso tudo sem mencionar a enorme quantidade de histórias independentes publicadas na Amazon ou no Wattpad, que são gratuitas, o que nos leva ao próximo tópico.



Existem autores que não escrevem mais com a intenção de fechar contrato com uma editora ou publicar sua obra independentemente, eles simplesmente o anunciam na Amazon ou em seu próprio site. São vários os livros e originais os quais você nunca irá encontrar uma edição impressa, assim como as fanfics, que apesar de não se encaixarem nessa descrição, só estão disponíveis através de uma tela.
Além disso, todo o mundo terá acesso a tal exemplar, possibilitando um maior alcance da história.



Ebooks não possuem volume, são basicamente abstratos. Podemos ter vários em um aparelho que não fará a menor diferença. Também ocupam pouco espaço em um celular/tablet, já que cada um têm em média 2MB, menores do que um arquivo de áudio. Ombros doloridos, nunca mais!













Por último, mas não menos importante, não precisamos sair de nossas camas confortáveis e quentinhas para apagar a luz caso estejamos lendo um ebook, pois eles estão armazenados em aparelhos que, graças a Deus, possuem luz própria. Isso, infelizmente, dá início a segunda parte desse post.





















Isso não é uma verdade absoluta, porém, é provável que, depois de passar muito tempo olhando para uma tela a qual emite um brilho forte, seus olhos irão comecem a ficar secos e a coçar, podendo até causar dor de cabeça. Por isso, é aconselhável sempre ajustar o brilho do seu dispositivo de acordo com a claridade do local. Está com uma lâmpada ligada? Diminua a luminosidade da tela.







A não ser que todos os seus ebooks sejam da Amazon, é um pouco mais complicado saber o quanto você já leu de uma determinada obra. Em livros físicos, entretanto, isso já é natural. Marcadores bonitinhos também não são uma possibilidade.


Se tomar a decisão de comprar um ebook, saiba que poderá estar a meros 5 reais da versão física dele. As vezes a diferença em dinheiro é tão pouca que não faz sentido comprar a versão digital, até porque, quando sites fazem promoção de livros, geralmente deixam os digitais de fora. Não foram poucas as vezes que eu vi isso acontecer.






Essa deve ser a coisa que mais incomoda os leitores: ebooks não tem a aspereza do papel, aquele cheiro costumeiro de, que costumamos sentir em qualquer livro, e muito menos cor, exceto aqueles mais caprichados, que possuem detalhes nas páginas ou que permitem a mudança da cor do fundo. Tudo será mais monótono.




















Você só irá conhecer a capa de seus ebooks por fotos, e eles ficarão armazenados em algum aparelho eletrônico. Não poderá guardá-los em alguma prateleira, nenhuma que esteja pregada a alguma parede, pelo menos, nem organizá-los pela cor de suas lombadas.

Minha intenção ao escrever essa postagem não é louvar ou abominar os ebooks, e sim mostrar os prós e contras deles. Eu acredito que livros são livros, independente de eles estarem em uma prateleira ou não. Acho que muita gente, tem aversão aos ebooks, sem qualquer motivo. Não gostar é uma coisa, eu não amo,por exemplo, mas se recusar veementemente a ler, só por ser a versão digital, acho que já é demais. Qual é a opinião de vocês sobre o assunto? Tem mais algum ponto que pensam ser importante ressaltar? Não deixem de me dizer!



Provavelmente, esta é a última carta minha que lerão. Bem, isso é meio óbvio, já que daqui a duas horas alguns de vocês irão assistir a mim tomando a injeção letal. Não gostaria que fosse assim, mas como o é, prefiro que, por mais que seja desconfortável, estejam lá comigo. 

Não vou dizer que sinto muito pelo que fiz, muito menos de que me arrependo. Tudo bem, talvez eu sinta um pouco de remorso sim, pois se eu tivesse deixado todos os meus autores favoritos livres, escrevendo histórias ao seu bel-prazer, ao invés de sequestrá-los e força-los a escrever a minha versão da história, aquelas as quais eu tinha absoluta certeza de serem o que a humanidade precisava, isso com certeza não estaria acontecendo. Quer dizer, eu certamente estaria no meu quarto, lendo fanfics incansavelmente ao invés de ser considerada uma espécie de terrorista de alta periculosidade adolescente. A boa notícia é que o John Green aceitou o meu pedido e vai estar aqui, quando, bem, chegar a hora. É, com certeza eu sou especial. Acho que ele entende o que eu quis fazer, apesar de tê-lo forçado a reescrever completamente a Margo. Mas quem suportava aquela egocêntrica mesmo, certo? 
Não apenas isso é bom, como também o privilégio de poder escolher o que vou comer hoje, sem restrições, sem me importar com as calorias e muito menos sem a preocupação de engordar depois. A pena de morte até agora está indo muito bem, obrigada, e só vai melhorar, assim que o meu almoço chegar, ou melhor, logo que o cozinheiro trouxer minha refeição, que resolvi chamar de Mc Lanche Infeliz.

- Estava pela hora da morte, hein, Ayrton?


Eu digo, assim que o chef chega um pouco atrasado, carregando a comida. Ele ri da minha piadinha sem graça, mas eu tenho certeza que é apenas por pena. Um fato sobre mim: amo trocadilhos, mas a maioria dos que faço são fatídicos

Eu não disse?

- Bem, o que não mata engorda.


É a última coisa em que penso, antes de começar a comer como se fosse uma condenada

Fala sério, será que nem nas minhas últimas horas eu vou parar com isso? Existe um recorde para quantos trocadilhos bobos podemos escrever em algum lugar? Nem eu aguento mais. Sério, estou começando a entender porque vão me matar e acho que não tem nada a ver com o rapto de autores best-sellers. Eles simplesmente não podem deixar alguém que faz piadas tão ruins à solta, e usaram o meu pequeno delito como desculpa, é óbvio.
Mas, onde eu estava mesmo? Ah sim, na parte em que estava absolutamente morta de fome. Ah. Não. Pode queimar este papel agorinha mesmo. Sério, eu não te condeno. São minhas últimas palavras, porém me reviraria no túmulo se soubesse que mais alguém as leu, além de vocês. Talvez eu mesma volte, como um zumbi, apenas para queimar essa carta e evitar de ser ridicularizada após a minha morte.
Enfim, antes de escrever essa carta, assim como os trocadilhos infames contidos nela, estava tendo o melhor almoço da minha vida. Comi tanto que achei que entraria em coma. "Pelo menos assim não sentiria quando eu morresse", pensei. A entrada foi sopa de capeletti, que, incrivelmente não era ruim, e uma lasanha de alcatra com molho de mostarda. E muito queijo. O prato principal era strogonoff sem champignons, mas com um incrível gostinho de champignons e filé ao alho e óleo, no ponto. E, de sobremesa, cheesecake com confettis de chocolate branco e um milkshake de 750ml de paçoca. Sem esquecer os donuts, claro! Todos os presos tem um valor máximo que podem usar para fazer o seu pedido e, com o que restou do meu, pedi rosquinhas com recheio de doce de leite e ovomaltine. Acabei bebendo chá gelado, ao invés de refrigerante. Não era porque eu seria executada que começaria com esse hábito terrível de novo. Até uma sequestradora tem princípios.
Agora, enquanto estou terminando essa carta, me parece que, depois de uma refeição como essa, eu até poderia morrer feliz.

E...corta! Nada mórbido para uma última refeição, creio eu. Sei que contei toda uma história antes de passar ao menu efetivamente, mas acho que sem ela não teria a mesma graça, além de que, gosto de contextualizar uma cena/história. 

Vou falar para vocês, esse projeto tem um tópico mais interessante que o outro, tanto que acabei por ignorar outras ideias sorteadas anteriormente e resolvi tentar essa, a qual chamou bastante a minha atenção, por ser algo bem fora do comum. Então, não tão coincidentemente assim, ele também foi sobre comida, como o anterior. Não é todo o dia que um tema tão irreverente assim aparece, ou que podemos pensar sobre isso. 
Li essa postagem pelo menos 20 vezes antes de finalmente clicar em "Publicar", o que não garante que ela esteja isenta de erros, sejam ortográficos ou de concordância, então peço que façam a gentileza de me avisar caso notem algo incorreto. Ah, e também sua opinião sobre o texto, claro! Espero que gostem :)



Título Original: A Escolhida


Série: A Escolhida (Livro 1)


Autor(a): Amanda Ághata Costa


Número de Páginas: 360


Ano: 2015




Ariali poderia ser apenas mais uma garota comum, uma simples cidadã de Lostcity, não fosse por dois fatores: 1. Ela tem asas, muito pequenas e que não possibilitam o voo, mas as possui e 2. Mata pessoas para saborear os últimos instantes da existência delas, a única forma que encontrou de sentir algo. Não sabe quem são seus pais e desde pequena viveu nas ruas até, quando criança, ser acolhida por Lina, uma mulher afável e generosa, que sempre acreditou que Ari seria, sim, capaz de experimentar as emoções.


Já com 18 anos, e vivendo sozinha novamente, sua rotina muda de uma maneira drástica quando, em um dia normal, dois jovens a abordam. Eles se apresentam como Luke e Edlun, integrantes do Círculo, uma espécie de lugar restrito à comunidade bruxa de Lostcity. Os dois a convocam para conhecer o mestre deles, o líder do Círculo, que possui assuntos a tratar com Ari, uma vez que já havia ouvido falar da sua fama de impiedosa. A garota não gosta de como os garotos soam, superiores e arrogantes, porém se vê compelida a ir encontrar com o grande mago.


Ao longo da viagem pelo meio da floresta, Ari acaba descobrindo que não consegue influenciar nenhum deles a fazer o que deseja com o seu talento especial e também sobre os poderes de ambos Edlun e Luke; o primeiro pode entrar na mente das pessoas e o último, descobrir coisas sobre o passado de alguém com apenas um toque, o que acaba acontecendo com ela por acaso, durante a caminhada. Ela insiste em saber o que o mago viu, mas o garoto não cede e se nega a lhe contar. 


Logo que chega ao Círculo, esbarra em uma garota ruiva, que lhe dá uma recepção nada amigável. Ariali, entretanto, não está preocupada com a menina. Foi até o lugar para encontrar com o Mestre e, como pretende sair de lá o mais cedo possível, é para o escritório dele que se dirige, assim que o caminho lhe é indicado. Sem delongas, o mago se apresenta como Egran, e propõe uma troca: irá lhe dizer o que sabe sobre os pais de Ari, se ela concordar em fazer alguns serviços para ele, tarefas essas que envolvem assassinatos e não fazer perguntas.


Como não parece ter outra opção, e, mais do que tudo, gostaria de saber quem foram os seus pais, acaba aceitando a proposta. Para selar o acordo, Egran deixa o desenho de um círculo em sua mão, feito com magia. Ela sai da conversa insatisfeita e, para tentar mudar isso, resolve ir caçar. Porém, as coisas não vão tão bem quanto ela imaginava e quem a ajuda nesse momento é Evan, irmão do Mestre, como Edlun também o é. Após isso Luke chega, afugentando Evan, e fica preocupado com o que o círculo na mão de Ari possa representar, contudo não é isso que prende a atenção da garota. Ele conta que nenhuma informação que Egran possui é verdadeira, deixando-a assim ainda mais curiosa sobre sua misteriosa origem.



A Escolhida foi uma surpresa boa porém tive minhas fases com o livro, ou melhor, a versão kindle dele, junto ao temido final de trimestre. Comecei na maior empolgação, gostando da história, mas então o ebook começou a pesar. Eu ia para a biblioteca, via todos aqueles livros super tocáveis e não resistia, essa sendo uma das razões da minha demora em poder publicar a resenha. Nada a ver com a história que, quando acabei, desejei ter continuado a ler logo, semanas atrás. Eu não posso agradecer a Amanda o suficiente pela paciência e por ela ser sempre tão querida e compreensiva.


A história é interessante, apesar de trazer seres sobrenaturais que já são conhecidos de longa data, como bruxos e vampiros, os quais acho que, justamente por isso, agradam uma parcela maior do público. É um livro de leitura fácil, que flui, porém além de ele ser pouco descritivo às vezes, a autora usa muitas metáforas mesmo, além de alguns eufemismos desnecessários. Não estou exagerando se digo que tem uma em cada página, haha. A maioria delas não atrapalha em nada e são bem pensadas, mas outras poderiam ficar de fora da história que nada mudaria.


Algo que não gostei muito foi a mistura de elementos antigos com novos. É passível de dúvida que alguém no Círculo saiba o que é um computador mas, em um local perto de lá, existem carros e hospitais. Os bruxos também não usam varinhas e nem sempre precisam conjurar seus feitiços. Na verdade, parece que o que menos existe naquela comunidade é a magia em si, o que acaba por tirar parte da fantasia da história. 


Os personagens não são clichês, apesar de alguns possuírem características facilmente categorizáveis. No início do livro eu não gostava do Egran, mas do meio para o final, o detestava completamente. Entretanto, justamente o inverso aconteceu com a Ariali. Comecei gostando dela e, até mesmo antes da metade da obra, eu já estava rotulando-a como uma de minhas protagonistas preferidas. Entendo porque a garota faz o que faz e como se sente, além de me identificar com ela em vários aspectos. Porém nada tira da minha cabeça que sua insensibilidade é só fachada.


Por falar em Ariali, que só para constar também é sarcástica e muito esperta (ou seria muito sarcástica e esperta?), garantindo cenas engraçadas ao longo da leitura, gostaria de saber de onde a Amanda tirou tantos nomes incríveis para a sua obra. A Escolhida facilmente poderia ser renomeado como O Livro com o Compilado de Nomes Exóticos Mais Bonitos. E, só pelo fato de ser um romance, fica difícil não gostar da obra, porém acho que o livro focou demais no casal e pouco nas outras partes da trama.


Enfim, indico para quem gosta de romance, fantasia, ou simplesmente de personagens principais demais, que tem um "quê" de Elsa. A Escolhida começou como uma publicação independente, mas deve ser relançada em breve pela editora Arwen. E, antes de ir, não poderia esquecer de deixar o resultado do sorteio de marcadores desse livro aqui, já que hoje foi o último dia da promoção. As ganhadoras foram os números 1 e 2, ou seja, a Midi e a Hanna! Parabéns garotas, aguardem meu contato, viu?



Muitas pessoas vão ver essa postagem e dizer "nossa, que pecado fazer isso com um livro". Porém, também existem aquelas que acharão lindo, como é o meu caso. Não que eu seja a favor de sair rasgando livros sem dó nem piedade por aí, longe disso, mas as peças abaixo são verdadeiras obras de arte, que eu adoraria ter, ao menos o talento para fazê-las. E lembrem-se que livros sempre podem ser reimpressos, do contrário, eu também não apoiaria essa moda.
Enfim, acho que grande parte das garotas adoram vestidos e, aquelas que estão visitando o blog nesse momento, provavelmente também amam livros. O que melhor do que juntar essas duas paixões com, literalmente, grande estilo?


























É até difícil acreditar que existam tantos vestidos incríveis, feitos de um material tão comum em nosso cotidiano. E isso que só mostrei aqueles feitos com páginas de livros! Vocês deveriam ver as belezas criadas com folhas de jornal e, outras peças de roupas, constituídos de materiais bem menos normais do que simples folhas. Só não recomendo o uso daqueles de carne!
Espero ter convencido, pelo menos alguns de vocês, que arrancar páginas de livros para certas coisas não é tão ruim assim, rs. Apesar de que não sei se eu teria coragem de usar qualquer um desses. Vai que chove?