A Colleen é uma das minhas autoras favoritas. Tudo o que ela escreve me toca de algum jeito e seus livros me tragam para dentro de outro mundo. Dói terrivelmente saber que ela vai estar na Bienal esse ano, tão perto e ainda assim tão longe. Tudo bem, já parei com o drama (por acaso alguém vai e quer me trazer um autógrafo dela?). Acho que fiquei um pouco sentimental, pois estava lembrando da destreza dessa escritora para conseguir me deixar emocionalmente desestabilizada, algo que definitivamente aconteceu ao longo da minha leitura de A Promessa do Tigre, assim como com os outros livros da série.
Yesubai é muito diferente do que eu imaginava, tão doce, amorosa e compenetrada, mesmo com a infância extremamente dura que teve. No entanto, acabamos descobrindo que Lokesh é ainda mais perverso do que Colleen nos fez acreditar na Saga do Tigre. Quase inimaginável, eu sei.


Dessa vez, para combinar com a história como sempre, escolhi músicas doces e, principalmente, lentas, que me fizeram lembrar da Bai e sua jornada. E claro, uma canção indiana muito bonita, com essas mesmas características, pois não podia faltar algo da nacionalidade dos nossos tigres favoritos, certo?
Sinto muito pela demora em trazer esse post aqui, estava tendo um probleminha para decidir qual player de música online usar e, tardiamente, acabei me decidindo por fazer uma experiência com o 8Tracks. Se vocês já leram A Promessa do Tigre e conhecem outra música que se encaixa aqui, é só dizer. Sugestões e opiniões também são muito bem-vindas! 

















                                  

























                                  





                          






























                       







      




























                         







  




















Acho que esse post dispensa palavras, já que expressa sentimentos que todo o leitor tem, e também creio que vocês conseguiram se relacionar, pelo menos com alguma dessas situações. Se esqueci de alguma, não deixem de comentar, ok? Ajudem com ideias criativas também, talvez eu faça outra postagem desse tipo, se tiverem gostado!



Título Original: The Heir

Série: A Seleção (Livro 4)

Autor(a): Kiera Kass

Editora: Seguinte

Número de Páginas:

Ano: 2015




Contém spoilers de A Seleção, A Elite e A Escolha

Ser o primeiro gêmeo a nascer geralmente não quer dizer muita coisa. No máximo, você pode usar isso a seu favor de forma a fazer o mais novo te obedecer. Mas, para Eadlyn Schreave, isso muda tudo. Por ser a filha que nasceu primeiro é ela que assumirá a coroa, ao invés de seu irmão, Ahren, quando se casar, devido à uma mudança na legislação, a qual, agora, permite mulheres no trono. Não que a jovem princesa se preocupe muito com o matrimônio, já que se acha perfeitamente capaz de reinar sozinha. Aos 18 anos, a última coisa que passa por sua mente é a ideia de ter um príncipe-consorte.


Desde pequena, Eadlyn vem se preparando para ser Rainha e sempre foi muito focada nisso. Já Ahren e seus outros irmãos mais jovens, Kaden e Osten, apesar de também possuírem um treinamento intenso devido aos seus títulos de nobreza, não têm a mesma pressão de serem perfeitos e inabaláveis o tempo todo, como ela. Por causa disso, a garota é eventualmente vista como fria, pois não fala com muita gente além de sua família ou quando é estritamente necessário, preferindo trabalhar com seu pai, o Rei Maxon, ou fazer qualquer outra coisa de que goste, contanto que Kyle e Josie, filhos de Marlee, a melhor amiga da sua mãe, e também moradores do castelo, não estejam envolvidos.

As coisas no Reino de Illea melhoraram quando o novo Rei decidiu abolir as castas, antes de seus primeiros filhos nascerem. A população estava satisfeita, porém, com passar do tempo, um preconceito acabou se formando entre pessoas que, antes, tinham posições elevadas na sociedade e aquelas que eram desfavorecidas. Agora, a maioria em geral está descontente e Eadlyn vê seu pai cada vez mais preocupado e cansado a cada dia, pois alguns movimentos rebeldes, até mesmo para acabar com a monarquia, estão tomando força. Nada que eles façam parece ser bom o suficiente.

Tudo muda de figura quando a futura rainha diz que desejaria poder ajudar. Ela só não imaginava que estaria diretamente envolvida no processo. Maxon conversa com America e ambos vão falar com a filha, propondo que uma nova seleção seja feita, dessa vez com meninos, para acalmar e distrair o povo por um tempo, além de proporcionar uma imagem mais calorosa da princesa. Eadlyn está totalmente ultrajada com a ideia, mas ainda quer colaborar com seus pais e o Reino. Por isso, propõe um acordo: se, em 3 meses, não se apaixonar por nenhum dos garotos, não precisará se casar e eles também poderão ir embora do palácio, se assim desejarem. E é exatamente isso que ela pretende conseguir.


Sério gente, o que seria das fotos aqui do L&C sem as minhas amigas?

Eu, como fã de A Seleção, fico muito feliz que a Kiera tenha decidido escrever um spin-off, pois podemos rever personagens antigos que amamos e ainda conhecer novos. Mas, talvez ela devesse ter ficado apenas com os contos extras. Apesar de ter gostado da história, ela me pareceu forçada, assim como a personagem principal. Se não fosse a America, o Maxon e outros antigos conhecidos, era muito provável que tivesse dado apenas 3 estrelas para o livro.

A Eadlyn é chata, arrogante e mimada. A autora tenta explicar porque ela age assim e até podemos engolir, mas não me parece o suficiente. Sinto que, se ela quisesse, poderia ser bem diferente e até vemos isso em alguns momentos, a garota por baixo de todas essas outras características, porém é algo raro. Entretanto, o que falta em qualidades mais aprazíveis nela, sobra em talento para falar com um grande público. Admito que a Eadlyn poderia convencer todos a amarem-na, só com um pequeno discurso. Contudo, nas últimas páginas do livro, é bem mais fácil gostar dela, parece que ela "se solta" mais.

Quanto aos personagens secundários, todos tem os seus 15 minutos de fama, cedo ou tarde, principalmente nossos velhos conhecidos (Kiera aproveita e nos presenteia com alguns momentos Americxon). Contudo, não conseguimos conhecer melhor vários dos selecionados, já que Eadlyn realmente não quer tê-los no castelo de modo algum, e apenas alguns realmente conseguiram chamar a minha atenção ou se destacam de alguma maneira. Também é espantoso ver o quão pouco a garota sabe sobre a Seleção que uniu seus pais, muito menos sobre quem Aspen, Lucy e Marlee são. Essa descoberta é uma coisa que eu adoraria ver no próximo volume.

Apesar de não ter sido o melhor livro da Kiera, A Herdeira tem várias partes partes engraçadas, apesar de esparsas, o que também colaborou para ele subir no meu conceito. Porém, apesar de ela elaborar uma cena fofa aqui e ali, não dá para sentir uma verdadeira conexão entre Eadlyn e seus irmãos na história, por mais que ela diga sentir uma ligação muito forte com seu gêmeo, Ahren. Com certeza, a minha cena favorita da obra inteira foi no final, entre o Aspen e o Maxon. Toda vez que lembro dela, fico pensando nesse bromance incrível.

Enfim, se você gosta de A Seleção, não tem porque deixar de ler A Herdeira, eu só os aconselharia a não terem expectativas muitas altas. Caso queiram saber, um dos meus selecionados favoritos é o Henry, ele é muito querido. E também, me recuso a crer que a Eadlyn foi criada pela America. No meu cenário perfeito, uma babá que roubava os seus doces cuidou dela até os 10 anos.  Agora, estou apenas curiosa sobre o que a Kiera preparou para o próximo volume!



Já tinha o filme O Doador de Memórias no meu computador há algum tempo, mas não queria assisti-lo antes de ler o livro. Apesar de não ter nada contra quem faz isso, eu simplesmente não consigo, fico com uma sensação de que trapaceei, entendem? É por isso também que ainda não assisti a Garota Exemplar, que promete ser tão bom quanto o livro. Porém, felizmente encontrei o exemplar de O Doador na biblioteca da minha escola, logo quando eu estava prestes a retirar outro livro. Por ele ser bem curto e a história interessante, consegui lê-lo no fim de semana e então aproveitei e já emendei o filme. Se você também já o leu, assistiu à sua adaptação, ou simplesmente quer saber mais sobre a história, vem conferir as minhas considerações!

Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína. Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente. Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis. Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo. Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.









































































































Uma curiosidade, que vocês talvez não saibam, é que a Taylor Swift atuou nesse filme, como Rosemary, mas ela aparece em poucas cenas. Enfim, o livro é bastante sem emoção, o que foi necessário para a história, mas me parece que isso sobrou no filme. Como ambos são interessantes, porém opostos, acho que se equilibram e algumas explicações que faltam na obra, os produtores deram um jeito de transferir para a adaptação. Com tudo isso em vista, declaro que o LivroXFilme acaba em...
Não teve como decidir entre um deles dessa vez, hehe, ambos tem uma quantidade considerável de pontos positivos e negativos. Se tiver algum erro de ortografia nas imagens, me avisem por favor, e não deixem de me contar suas opiniões sobre ambos!

Ler é algo maravilhoso. Precisamos usar a imaginação para entrar na história e toda a criatividade disponível para termos uma noção de como são os personagens, vestimentas e costumes descritos na obra. 
Eu sou bastante criativa, mas tenho problemas para imaginar coisas sem uma descrição mais acurada. Muitos dos personagens acabam tomando forma de famosos que eu gosto e por vezes, para mudar isso, pesquiso pessoas no google com as mesmas características dos personagens. Exemplo: cara ruivo. Porque nem todos podem ser o Ed Sheeran ou o Rupert Grint (ou podem?). Pior é quando o autor não específica algo, como "era uma sala linda, com uma porta azul". Como é a sala? Aonde está a porta? Não sei se sou só eu, mas fica realmente difícil imaginar o que o escritor quis dizer desse jeito.
Para isso, bendito seja quem inventou as adaptações literárias. Algumas são amadas, outras nem tanto e tem as fieis e aquelas que nos perguntamos se o roteirista sequer sabe do que o livro se trata. Porém, boas ou não, acredito que elas sempre tem algo a acrescentar ao universo de algum livro ou saga. E também, não é só de leituras que vivemos, certo? Filmes e séries tomam uma parte significa de nossa vida também. Por isso, vou falar sobre as adaptações literárias mais esperadas por mim, seja o trailer dela não muito encorajador ou apenas o poster totalmente de tirar o fôlego.















O filme de Maze Runner já não foi muito parecido com o livro, tanto que nem gostei muito, e parece que as coisas só pioram em Prova de Fogo. Contudo, devido ao meu amor por essa série, eu simplesmente não posso deixar de assistir e mal posso esperar até Setembro para ver novamente Tommy, Newt e Minho.

























Insurgente acabou se saindo muito melhor do que eu tinha imaginado. No final das contas, ficou mais fiel ao livro do que eu esperava e com bastante ação, apesar de eu achar que faltou um pouco (muito) de Tobeatrice no longa. 































Pensem em uma pessoa incrivelmente feliz gritando Alice!. Essa é a Renata, quando viu os posteres lindos de Alice Através do Espelho. Eu já sabia que o filme iria sair, mas ter a primeira comprovação é bom demais. O segundo live-action de um dos meus contos favoritos com um elenco maravilhoso e efeitos especiais incríveis. Não demore, 2016.























Nem acredito que uma das surpresas de 2015, para mim, já irá ganhar seu filme! Se a história for bem adaptada, acho provável termos um blockbuster. Espero que os atores interpretando o Evan e o Ben sejam bons, pois confio totalmente no trabalho Chloë Moretz e tenho certeza de que ela será uma ótima Cassie. Resenha do livro homônimo aqui.











Faz algum tempo que se ouve falar da adaptação de Fallen e, apesar de o elenco já ter sido escolhido, parece que vai demorar mais um pouco para vermos o filme nas telonas, se os produtores continuaram enrolando como tenho a impressão de que estão.
Um beijo especial pro Harrison Gilberston, o qual eu não consigo pronunciar o nome sem pensar em rimar.
















Como faz bastante tempo que li a trilogia Jogos Vorazes, essa adaptação é mais do que bem-vinda para me recordar de outros fatos que aconteceram nos livros, além de quem morreu. Também preciso urgentemente ver o Peeta, claro.

Aqui no blog tem outro post assim, sobre as adaptações de A Seleção e Desventuras em Série
Nem acredito que para assistir alguns vou ter que esperar anos, enquanto outros já estreiam em 2015. O único desses filmes que possui o poster real é Alice, os outros são todos fanmades, porém não ficam tão atrás dos originais assim. 
Claro que existem aqueles livros que já têm seus direitos comprados por uma companhia há décadas e não existe a miníma previsão do filme efetivamente ser lançado, mas isso pelo menos nos dá alguma esperança de vermos obras que amamos na telinha, mais cedo ou mais tarde. Outra hora faço uma nova postagem falando delas! Qual adaptação você não pode esperar para assistir?