Olá queridos! É com muito entusiasmo que eu venho anunciar uma nova parceria do L&C, com a autora Amanda Ághata Costa, que também é parceira da minha amiga Bárbara, do blog Versos e Notas, justamente o lugar por onde conheci e me interessei pelo trabalho dela. Vamos conhecer um pouco sobre ela e sua obra?


Gente, olhem que linda essa capa, achei ela demais! Mas, pelo que conversei com a autora, não é só a capa que é bonita, veremos muito cenas fofas e românticas entre Ari e Luke. Como não gostar, então? A Amanda também foi super querida e disse que vai disponibilizar marcadores autografados, para sorteio.
Abaixo, vou deixar links onde podem conferir mais sobre o livro A Escolhida, saber todas as novidade sobre a série e se quiserem, efetuar a compra deste na amazon:


       


Gostaram da premissa da obra? Eu adorei, mas, infelizmente, vou demorar um pouco para ler, devido, novamente, à falta de tempo. Não deixem de me contar suas opiniões sobre aquilo que viram até agora!

Bem, eu sou filha única, então, com esse post, não estou difamando algum possível irmão ou irmã que eu (não) tenha, caso estejam se perguntando. Essa ideia surgiu há alguns dias, quando comecei a ler Filha da Floresta e simplesmente amei o vínculo entre os 7 filhos de um lorde, assim como me encantei por outras relações fraternas em diversos livros. 
Então, podemos ler Harry Potter e ansiar por uma capa da invisibilidade. Percy Jackson e desejar uma caneta que se transforma em espada. Os Instrumentos Mortais e inventar de sair por aí caçando demônios. Porém, quando você ler os livros que citei abaixo, o que vai querer é adotar esses irmãos para você.


Tem coisa mais incrível do que, naquele dia entediante, chamar seus irmãos para dar uma voltinha em Nárnia? Não? Correto. Foi com os Pevensie que essa minha pequena obssesão por "irmãos literários" começou. Apesar de brigarem e discordarem em alguns aspectos, sempre se acertam, nunca ficam de mal por muito tempo. Quando eles entram em ação, também parece muito natural estarem todos lado a lado, unidos, para enfrentar qualquer coisa.


O segundo "e", na verdade é um "a", desculpem pela falta de atenção, folks!
Não poderei fazer uma resenha devido a quantidade de livros que constam nessa série, mas se tiverem a oportunidade, leiam Desventuras em Série, fica aqui a minha super indicação para vocês. Por pior que seja a situação dos órfãos Baudelaire, estejam eles em um lago de sanguessugas ou em um hospital muito desagradável, sabem que, ao menos, estão juntos. Não têm segredos entre si, fazem de tudo para proteger uns aos outros e não medem esforços para isso.    



Não é novidade que eu amo A Hospedeira. Portanto, com os irmãos O'Shea, não seria diferente. Ian pode ser o mais fofo da dupla, porém, assim como ele, Kyle também pode ser querido e preocupado. Apenas por ser parte dessa familia, ele já tem essas características dentro dele só as demonstra com pouca frequência. É difícil imaginar irmãos-mais-velhos-distópicos melhores do que esses dois.


Conheçam meu dream-cast! Muito original, né, a maioria ali já foi irmãos na ficção mesmo, haha. A garota está de costas pois não consigo imaginar uma atriz para ela, é uma personagem original da minha mente.
Foi com os irmãos Colum que resolvi tirar essa ideia da minha cabeça e passar de vez para o blog. Todos eles são fundamentais para a relação e ninguém é deixado de lado ou é "menos amado". Não consigo imaginar alguém fazendo tudo o que a Sorcha fez para ajudar seus irmãos, nem irmãos que cuidem de sua irmã mais nova tão naturalmente como Liam, Diarmid, Conor, Cormack, Finbar e Padriac. Para terem noção, nem acabei  livro ainda e já amo. Mas, isso fica para a resenha.

Não sei se a maioria de vocês têm irmãos, ou se são filhos únicos, mas penso que, independentemente disso, bate uma vontade de ir a uma biblioteca com os Baudelaire ou viajar para a Irlanda na companhia dos Colum. Enfim, leiam esses livros e tenha acesso também ao amor fraternal, bem diferente do romântico. Garanto que não irão se arrepender e irão acabar aumentando as despesas da casa com algumas pessoas a mais na família.

O Reino das Vozes Que Não Se Calam



Título Original: O Reino das Vozes que não se Calam

Autor(a): Carolina Munhóz & Sophia Abrahão

Editora: Rocco (Selo Fantástica)

Número de Páginas: 285

Ano: 2014




Um mundo cinza e sem graça. Ou ao menos é assim que Sophie enxerga a maioria das coisas ao seu redor. Apesar de ter uma vida confortável e a amizade de uma garota popular por um acaso do destino, Anna, que sempre tenta incluí-la em seu grupo e programas fora da escola, Sophie se sente muito deslocada, esquisita até. Sendo tímida, quase nunca vai a baladas, shows e similares. Porém, quando Anna a chama para ir a festa de uma colega, ela resolve agradá-la e aceita o convite.

Apesar de não gostar muito de seu corpo, por ser mais magra do que a maioria, no dia da festa Sophie se arruma e fica bem satisfeita com sua aparência. Quando chega no local e encontra a amiga, elas se divertem na pista de dança até Anna falar para as  duas irem ao jardim dos fundos, encontrar com um de seus amigos, Rick, pois parece que ele está a fim de Sophie. Ela não quer ir, mas acaba concordando por insistência da amiga.

Quando chegam do lado de fora, porém, se deparam com uma cena inesperada: Rick está beijando a anfitriã da festa, Angélica. Logo que vê a cena, Anna fica furiosa, pois tinha combinado com o garoto que ele ficaria com Sophie. Ricardo, sem o menor indício de tato, explica tudo isso para a garota com quem estava ficando e deixa Sophie ainda mais estarrecida. Agora, sabendo que sua amiga armou tudo aquilo e se sentindo traída, ela dá um basta na amizade de anos ali mesmo. Em seguida, liga para seu pai e pede para ele buscá-la.

Logo que chega em casa vai para a cama, sem nem se dar ao trabalho de tirar os sapatos e chora de raiva até cair sono. Porém, segundos antes de ficar inconsciente ela tem a impressão de ser sugada. Quando abre os olhos e percebe onde está, Sophie fica maravilhada com a capacidade de sua mente de criar algo tão bonito. Ela está em uma cadeia de montanhas, com uma floresta ao seu redor, suas roupas estão diferentes e ela usa uma pequena cartola com um adereço de três pontas, que não consegue identificar. Sente-se incrivelmente feliz naquele lugar.

Anda a esmo procurando por alguém, mas encontra apenas um grande pássaro negro. Por ter visto um documentário sobre aquele tipo de ave, ela sabe que não são perigosas e como é apenas um sonho, apesar de parecer muito real, resolve montar no pássaro, depois de pedir por permissão. Ele a leva então para um passeio, saindo daquele planalto e descendo cada vez mais, até Sophie poder ver um reino. 

Depois de planarem por algum tempo, os dois param na frente de um lindo castelo. A garota não consegue conversar com ninguém, mas nota uma senhora perto dela, vestida como alguém da realeza. Percebe então o que era o enfeite em sua cartola: uma pequena coroa. Antes de poder esclarecer qualquer coisa sobre aquele estranho lugar, ela acorda e com espanto percebe que já são 5 horas da tarde. Do dia seguinte. Após essa viagem maluca, Sophie pesquisa tudo o que pode sobre sonhos lúcidos e passa cada vez mais tempo dormindo, deixando o mundo real e por consequência sua vida, em segundo plano.


Que amor esse livro nacional, gente! Queria ter dado 5 estrelas, mas vocês me conhecem, eu sou chata, o livro tem que agradar mesmo, em todos os aspectos para isso acontecer. E apesar de eu ter adorado O Reino, faltou alguma coisa nele. A capa é maravilhosa, a história é boa, eu adoro o tema, tem várias referências legais, mas... uma coisa que talvez possa ter uma parcela de culpa nisso, é as autoras chamarem Sophie de "a ruiva" continuamente. Eu realmente não consigo gostar desse tipo de referência, acho muito feio. Se nem em fanfic é legal, imaginem em um livro assim.

Como não podia deixar de ser, os personagens secundários são muito queridos. Tanto os da Terra quanto os do Reino, que a propósito, se chama Tiru. Realmente não faço ideia do porquê e se tem alguma razão para isso, mas se sim, eu gostaria de saber. Voltando aos conhecidos de Sophie no mundo real, os pais dela são incríveis e eles merecem um destaquezinho nessa postagem por isso, ela conhece um cara muito legal e a amiga dele, que também é legal e sua (ex) amiga Anna não é tão fútil quanto parece.

Muitas pessoas dizem que se um livro tem mais de um autor dá para notar direitinho a diferença de estilo, mas não acredito nisso. Nunca aconteceu comigo ao menos, com exemplar algum e em O Reino não foi diferente. Também sabia que a Sophia Abrahão tinha um blog, era atriz e cantora, mas não que ela escrevia também e foi uma boa surpresa. A parceria dela e da Carolina Munhóz deu muito certo, pois antes eu não gostava muito da Carol, mas esse livro me fez mudar de opinião. Por enquanto.

Quanto ao tema, depressão na adolescência, por mais que me interesse, não sei se foi abordado de forma correta no livro ou muito superficialmente. Apesar de eu ter gostado, fica a critério de cada um. Uma curiosidade: acho que entendi a relação entre a história e o título, O Reino das Vozes que não se Calam. Sophie gosta muito de cantar e até toca violão, porém o maior espectador dela é seu cachorro. E em Tiru, ela não precisa se preocupar com coisas como vergonha, além de os habitantes do Reino darem bons conselhos para ela.

Eu acabei associando esse Reino ao de A Menina que Semeava. São vários pontos em comum e se alguém já leu um deles ou os dois, irá entender, mas o principal é que não sabemos se o lugar é real até, basicamente, a última página. Enfim, foi uma aquisição que valeu a pena, porém o livro poderia ter me prendido mais. Li ele em apenas um dia, entretanto foi mais teimosia em cumprir a meta imposta por mim, do que uma leitura fluída, infelizmente. Contudo, não deixou de ser um tempo agradável.


Nada para dar uma melhorada no astral do que receber um livro de parceria assim que você chega em casa. Ontem a tela do meu celular, tanto a externa quanto a interna quebraram e eu descobri que tinha um cisto (nada grave a princípio, mas fico preocupada com esse tipo de coisa), por isso eu precisava de uma animada mesmo. Não foi só receber o exemplar, claro, hoje o dia no geral já foi bem mais positivo.
Mas, vamos as fotos do livro lindo que recebi da Butterfly, o Filha da Floresta, da autora Juliet Marillier, o qual foi até mencionado anteriormente por aqui, no post de divulgação!





Achei ele muito bonito e quase todo mundo no skoob fala bem dele, assim como da série em si. Logo que acabar minhas leituras do momento, vou começá-lo! Também recebi um marcador muito lindinho junto com o livro, mas vou deixar esse para outra postagem.
E para já ir atiçando a curiosidade de vocês, vou deixar a prévia de um exemplar muito bonito que deverá ser lançado em junho, um daqueles livros de colorir antiestresse, chamado O Mundo Encantado das Cores.











Nunca tive um desses antes e acho que a experiência será muito divertida, estou bem ansiosa por recebê-lo e tambem iria adorar fazer uma resenha fotográfica com ele. O que acham dessa ideia? Notei apenas agora que a sinopse ficou um pouco pequena, então só cliquem na imagem para ela ficar legível. 

Para quem veio aqui ontem e está visitando novamente, vai notar que tem mais uma foto, agora desse exemplar abaixo. Por que Indiana, João, chegou para mim hoje da editora, também parceira, Giz Editorial. Vai dizer se não é muito amor para dois dias seguidos?
























Beijos e torçam por mim, para que tudo dê certo

"Uma postagem que eu já deveria ter feito a muito tempo", também seria um título adequado. Vocês já devem ter notado que de vez em quando eu faço playlists, e as músicas escolhidas combinam de certa forma com a história, nem que seja apenas pelo título. Mas já ouviram falar de uma música literária, a qual menciona livros e melhor ainda, seus fofos e tudo de bom protagonistas masculinos?
É isso que a incrível e criativa Carrie Hope Fletcher, dona do canal Its way past my bed time criou, uma canção que traduz exatamente o pensamento de nós, garotas (e garotos?) leitoras: os garotos nos livros são melhores. Com referências a CrepúsculoHarry PotterJogos Vorazes Orgulho e Preconceito a música Boys in Books are Better tem uma melodia animada, com uma letra engraçada, que vai te fazer querer cantar a plenos pulmões quando ouvi-la e ver a tradução. Que por acaso eu vou deixar ali, logo abaixo do vídeo, assim como a original, para todo mundo entender.





Algumas coisas na tradução estavam erradas, então dei uma consertada, mas não ficou digno de trabalho de revisora. Quanto mais inglês vocês souberem, melhor vai ficar a interpretação da música, porém não se preocupem com isso, peguem a essência por enquanto.
O único dos livros mencionados ali que não li é Orgulho e Preconceito, mas isso vai mudar, com certeza, esse ano, pois tenho duas amigas loucas por essa famosíssima história da Jane Austen e uma delas vai me emprestar a versão bilíngue dela. Quem sabe até saia uma resenha?!
Enfim, conheci essa música e o canal da Carrie no ano passado, mas nem me lembro mais por intermédio de onde, tenho a impressão de que foi por um blog mesmo. Concordam com o que a canção diz? Acho que não podia ser mais verídico e espero que curtam ela tanto quanto eu!

Olha quem voltou, e com uma notícia muito boa: teremos um sorteio novamente, viva! Se você, caro leitor, infelizmente não foi a pessoa que ganhou o livro da promoção de aniversário de 1 ano do blog, aqui está outra chance para mudar a sua sorte! Porém, dessa vez o sorteio é só de marcadores mesmo, mas quem sabe o que nos aguarda para o meu aniversário? Fiquem de olho ;)



Bom, das outras vezes vocês precisavam preencher aquele formulário chatinho do rafflecopter, que era meio inconveniente (mas mais fácil de controlar). Por isso, resolvi mudar o jeito de participar e agora só precisam seguir essas regrinhas aqui:














E além disso, vem esse primeiro capítulo muito fofo junto. Viram só, fica muito mais simples! Vocês podem encontrar tudo aquilo que foi pedido na barra de gadgets ao lado, porém vou deixar os links aqui caso precisem:


Ah e por favor, confiram se o seu comentário foi mesmo enviado, pois senão vocês não estarão aptos a participar da promoção, porque então eu não terei como contatá-los, apesar de terem seguido todas as outras regras. Por falar nelas, não é pelo fato de não ter rafflecopter que eu vou cuidar menos de quem as cumpriu e quem não, afinal, deve ser um sorteio justo. Um beijão e boa sorte, qualquer outra dúvida é só falar comigo!

Talvez umas das postagens mais sem sentido do blog inteiro, mas que é incrível de fazer! Como encomendei alguns livros em um sebo, já que fui lá trocar alguns bem antigos e sobrou crédito, além de ter feito minha primeira compra na Amazon (que só não aconteceu antes em função dos poucos tipos de cartões aceitos lá) talvez eu não esteja tão desejosa de novos exemplares para minha estante.
Haaaaa, pegadinha do malandro. Eu sempre vou querer um lindo livro novo, nem que seja só para admirar, porque ler em tempos de 3º ano do ensino médio é difícil. Muito mesmo. Mas sempre tem como dar um jeitinho.


































O que falar sobre A Lâmina da Assassina, contos de uma série que eu nem li ainda e já considero pacas? Também estava em dúvida se escolheria "A Rainha Vermelha" ou "Rainha de Copas". Imaginava que tratassem de dois assuntos diferentes, e apesar deste último falar sobre o universo de Alice, acabei me decidindo pelo outro, como podem ver. Ele vinha fazendo bastante sucesso lá fora e parece que aqui não sera diferente.
Gelo Negro então... paixão por um assassino? Saia dessa agora, Becca! Gosto bastante dela e não duvido que tenha feito um ótimo trabalho nesse livro assim como em Hush Hush. Simone Elkeles é outra querida, assim como a Paula Pimenta, de quem pretendo ler a série Fazendo meu Filme, ainda esse ano. 
Preciso dizer porque James Dashner e Lemony Snicket estão aí? Ok, bem, eu amo eles. Ponto. A Morte de Sarai estava recém começando a fazer sucesso em seu país de origem, quando me apaixonei pela sinopse.
Senhor, dai me paciência, sorte e dinheiro para ler todos esses livros. Porém antes quero saber a opinião de vocês e quais são os seus desejados do momento! Ah, se pelo menos eu fosse amiga de alguém dono de uma livraria...



Título Original: The Shadowhunter's Codex


Autor(a): Cassandra Clare


Editora: Galera


Número de Páginas: 288


Ano: 2014





Olá pessoal! Hoje resolvi fazer um tipo diferente de resenha, com várias fotos, na verdade mais imagens do que texto, já que o livro em questão, O Códex, é cheio de ilustrações lindas e outras informações interessantes. Não resisti e quis mostrar um bom pedaço de mais uma obra incrível da Cassandra Clare. E, não vou deixar de comentá-la, como qualquer outra resenha!
Se vocês perceberem alguma letra diferente é porque, em algumas imagens tem anotações minhas também. Eu não podia deixar só Clary, Jace e Simon se divertirem, né?







Se eu tivesse que escolher apenas uma ilustração para guardar desse livro, com certeza seria a primeira. Acho ela simplesmente linda, sem mais, com Clary, Jace e outros personagens. Se alguém aí quiser escolher seu nome de Caçador de Sombras, é só clicar na imagem acima desta aqui, para dar um zoom e vocês poderão ver as opções melhor. Já tinha até sublinhado alguns de que mais gostei, mas acabei optando por Silverfox, como podem ver nessa última foto.







Escolhi minha estela preferida também. Ela tem detalhes bonitos e parece não escorregar da mão para o desenho de marcas. Sim, eu pensei em tudo. Acho que a garota na imagem ali de cima, com um lobo perto dela, é a Maia. E o que falar desse último lobisomem, meio transformado, tão gracinha? Sério, ele é um amor.












Santo Raziel, aquele primeiro anjo é magnífico. Talvez até tenham usado um como modelo, pois é quase divino, haha. Abaixo dele, tem vários de nomes anjos, usados para dar vida as lâminas serafim. Apreciei bastante alguns, como podem ver, rs. Sobre as cortes Seelie e Unseelie: evite encontrar qualquer uma delas. Fadas, na verdade, não são legais. Então vem a imagem de um portal incrível e dos famosos Instrumentos Mortais.





Chegamos na parte que provavelmente foi minha favorita, as marcas e seus significados. Logo depois de passarmos por ela, tinha um exercício, pedindo para você treinar o desenho de uma marca qualquer. Eu acabei escolhendo a de velocidade acentuada, mas não pus a imagem aqui, pois já tinha bastante coisa. Ah, alguém consegue adivinhar para que serve uma marca de agonia, uma vez que nem seres do submundo, mundanos ou demônios podem ser marcados? Fiz questão de não prestar atenção nessa.





Amei o mapa de Idris. Quem me dera eu o tivesse visto durante a leitura de TMI, daí me situaria melhor. E olha só que conveniente, o país dos Caçadores de Sombras fica pertinho da França, Índia, Alemanha e Suíça! Dá para turistar rapidinho se tiver uma reunião chata da clave. E olhem aquele Instituto ali, muito lindo. Sou apaixonada por esses locais. 











Nem vou falar nada sobre o Jace lá em cima, dispensa palavras. Muito menos sobre aquele Luke. Eu posso entender perfeitamente porque a mãe da Clary se apaixonou por ele. Sério galera, olhem para o desenho em questão e me digam se o cara não está absolutamente fantástico. Podemos ver Também a Isabelle, o Simon e o Jordan. Minha única reclamação é para com essa última imagem. Me digam, por favor, porque Tessa, Will e Jem parecem ter 40 anos. Desapontador, mas vou superar.

Agora é com vocês, leitores. Gostaram ou não? Têm alguma ideia para o próximo livro a ser fotografado numa postagem como essa? Gostei bastante de fazê-la, acho que ficou bem legal e interativa. Um obrigado especial a minha melhor amiga, que me emprestou o livro e segurou ele para eu poder tirar as fotos.