Oi, oi! Bom, eu estou absolutamente inaugurando uma nova coluna aqui no L&C. Eu já havia tido essa ideia ano passado, bem como muitas outras na verdade, mas resolvi por em prática apenas agora. Isso pois minha relação com adaptações literárias é muito controversa. As vezes até não me incomodo se tiver algumas pequenas mudanças, desde que sejam para melhor, mas com outras coisas fico completamente furiosa. 
Foi pensando nisso e não tendo minha amiga Caçadora de Sombras por perto para desabafar tudo, que decidi de uma vez por todas pôr em vigor essa coluna. Porém, vou deixá-los avisados: só leiam se tiverem ao menos lido o livro e não se importarem com spoilers do filme. E preparem-se para muita reclamação falação. Separarei por pontos positivos, negativos e outros. Estão prontos? Leiam por sua conta e risco!















Pontos positivos:

  • Aqui vai um que provavelmente aparecerá muitas vezes: a escolha dos atores. A Clary no livro é meio parada, sem graça até, mas a Lily Collins trouxe vida para a do filme (e relaxem, pois o cabelo dela está ruivo, não preto como eu pensei inicialmente), ela foi simplesmente incrível. O Magnus Bane não poderia ser mais parecido com o que Cassandra Clare descreveu, ele está maravilhoso. Mas se tem alguém perfeito mesmo, é o Jace. Nenhum outro ator faria melhor que o Jamie C. Bower. E se ele não age exatamente como no livro, tenham certeza que a culpa é dos roteiristas;
  • O Instituto. Se como eu vocês imaginavam uma igreja mais simples e menor, devem agradecer ao filme por clarear nossas mentes. É um lugar lindo demais e muito bem feito, talvez eu nunca conseguisse imaginá-lo assim se não o visse na adaptação;
  • Algumas frases, ditas exatamente como no livro, principalmente as piadas de Clary e Jace;



Pontos Negativos:
  • Nem me incomodei tanto com a morte do demônio de um jeito diferente, como podem ver em outros, mas o que é aquele Jace que aparece para Clary no início, quando ela está com Simon, todo misterioso? Gostaria de ter uma comparação para fazer, mas é simplesmente muito bizarro ou ridículo;
  • Ela não enfia o detectador de demônios de Jace na garganta de um Ravener, nem sei se a criatura que estava na casa era mesmo um deles. Até onde vi nem existem esses aparelhos no filme;
  • Cadê o Church? Aquele gato está em algum Instituto desde As Peças Infernais e resolvem tirá-lo do filme. Não pode isso, produção! E cadê o famoso elevador?
  • Muita melação entre Clace. Não pensava que pudesse reclamar disso, algum dia, mas é verdade. Quando eles se beijam na estufa, o sistema de irrigação começa a funcionar. Parece que é apenas mais um romance, quando no livro não é bem assim;
  • Simon não se transforma em um rato, na casa de Magnus Bane. Os vampiros puseram algo em sua bebida e o levaram para seu covil na forma humana mesmo. Gostaria de ter visto a cena no filme, era muito boa (o que os produtores têm contra animais?);
  • Jocelyn estava escondida no Instituto o tempo todo. Fala sério, ninguém notaria? É muito mais interessante Clary se lembrar do portal no hospital abandonado. Por falar em nisso, além de colocarem a mãe de Clary no Instituto, criaram um portal lá também. Por favor!
  • Enfiaram uma porcaria de menina demônio no meio do filme. Ficou terrível, foi apenas uma razão para o Luke aparecer e esclarecer algumas coisas para Clary;
  • Porque eu nem sequer ouvi a palavra parabatai no filme? Acho que essa deveria ser uma das coisas mais importantes no mundo de Caçadores das Sombras;



Outros:
  • Coisas como a mordida de vampiro no Simon e a marca que Clary desenhou sem saber o que significa, tem explicação no segundo livro, Cidade das Cinzas;
  • É Jocelyn que toma uma poção para se manter desacordada, quando no livro não podemos saber com certeza se foi ela ou Valentim. Isso é esclarecido em Cidade de Vidro;
  • Clary é muito mais capaz no filme;
  • Ao invés de Clary precisar seguir Jace, Isabelle, Alec e o demônio para um depósito na Pandemônio, a matança ocorre no meio de todo mundo mesmo;
  • Simon é mais musculoso que Jace e no livro Clary o descreve como sendo muito magro. Só estranhei;
  • No bando de Luke, Gretel é a segunda em comando, mas no filme vemos apenas Atticus;
  • Não tem um portal da casa de Dorothea (o que os produtores têm contra portais?);
  • Valentim não tem cabelos brancos;
  • Um final com muito mais ação, com direito a lutas e drama. Pus em outros, porque não posso dizer que desgostei;

Pelo Anjo. Acham que eu exagerei? Enfim, me sinto bem melhor agora, depois de desabafar. Também devo ter me esquecido de algumas coisas, então comentem se perceberem alguma cena importante que eu esqueci, por favor. Fiquem com os Nephilins.


Título Original: The Last Princess

Série: A Última Princesa (Livro 1)

Autor(a): Galaxy Craze


Editora: ID


Número de Páginas: 248


Ano: 2012






Eliza é uma princesa, porém ela e sua família não vivem no mundo como o conhecemos agora. Depois de uma infância normal, ela, Mary, sua irmã mais velha, e o resto de sua família presenciaram os Dezessete Dias. Foram duas semanas e meia de terremotos, explosões vulcânicas e outros desastres naturais, que mataram milhões de pessoas, porém eles os passaram a salvo, em um abrigo. Nesse meio tempo, vários detentos foram libertados de prisões e agora vivem nas florestas, como canibais.

Após tudo isso, em um dia normal, a mãe de Eliza foi envenenada e por conta disso morta, quando ainda estava grávida do seu irmão. O atentado foi feito por Cornelius Hollister, um rebelde da chamada Nova Guarda, e deveria ter atingido não apenas a Rainha, mas toda a família real. Felizmente, com uma cesariana de emergência, conseguiram tirar o bebê de dentro dela, embora o veneno tenha deixado sequelas: Jamie convive com uma doença que lhe inflige dor e acabará por matá-lo, mas o remédio que toma a retarda.

Agora Eliza já é adolescente e Mary uma mulher feita. Jamie ainda vive, apesar de seus constantes ataques de tosse e febre. Os irmãos estão passando o verão na Escócia, enquanto o pai continua a governar de Londres. Junto com eles está a melhor amiga de Eliza, Polly, filha de sua empregada. Quando está perto da hora de retornarem à sua casa, a garota lhe entrega uma carta deixando-a assustada, dizendo que Cornelius deseja dominar a Inglaterra e matar toda a sua família para se tornar rei.

Quando chega em Londres confronta o pai sobre isso, que não confirma, mas também não nega. Furiosa, vai para seu quarto e quase esquece de se arrumar para o Baile das Rosas, uma festa anual que o palácio promove, tentando não se deixar abalar pela situação crítica. O problema é quando rebeldes invadem o salão e começam uma carnifica. Eliza então se vê frente a frente com Cornelius, mas seu pai consegue salvá-la, o que resulta na morte dele.

Em choque, mal consegue acompanhar a irmã até o quarto de Jamie, que ficara de fora da festa por complicações com sua doença. Os três estão saindo por uma passagem secreta dentro do armário, quando Jamie percebe que esqueceu seu remédio. Ele e Mary vão buscá-lo, enquanto Eliza continua escondida no local. Entretanto soldados rebeldes conseguem entrar no quarto, capturando seus dois irmãos, e quando um é mandado para verificar seu esconderijo, mente por ela, dizendo que não há ninguém lá.


Assim que pode, Eliza foge pela passagem secreta. Corre até chegar do lado de fora do palácio e continua, seguindo os caminhões até o acampamento de rebeldes, com apenas um pensamento em sua mente: vingança. Pela morte do seu pai, mãe e captura dos seus irmãos. Desse jeito que, com algumas dificuldades, ela se infiltra no lugar, para descobrir o paradeiro de Cornelius. Mas o que não esperava era que reencontrasse o homem que poupou sua vida e ainda mais: apaixonaria-se por ele.  


Para início de conversa, a Eliza é uma das princesas mais cabulosas que eu já vi na vida e nem me perguntem de onde eu tirei essa palavra. Tá, na verdade, foi daqui. Enfim, após os Dezessete Dias, ela e Mary, ao invés de se aproveitaram da condição de princesas, foram ter aulas de esgrima e equitação. Ela pode não ser a mais forte ou a melhor, mas ela faz o que pode para ajudar as pessoas que ama, e é isso que eu admiro nela.

Agora, atenção fãs de Divergente: para quem está interessada no soldado por quem a Eliza se apaixona, o Wesley, ele me lembrou ninguém mais ninguém menos que o nosso querido Quatro, s
e alguém aí ler, notara as várias semelhanças. Então, como associei logo esses personagens, ele não me chamou tanta atenção, por não se distinguir muito do que já conhecia, o que não quer dizer que ele não mereça atenção.

O livro, mesmo sendo menor do que estamos acostumados, explica tudo muito bem e por a leitura fluir, dá para ler tranquilamente em um dia e bônus, ele tem uma capa linda, com uma mistura de cores incrível. O cenário seria maravilhoso, se a Inglaterra não estivesse devastada e dessa vez não agradecerei ao street view, pois ele nem sequer abriu para eu conseguir me situar, tive que me virar com o google maps mesmo, haha.


Então, é uma distopia interessante, com uma personagem principal incomum, por ser princesa em meio aquele caos e ser forte, lutar, não apenas se esconder e lamentar a captura de seus irmãos. E se alguém tem um relacionamento incrível nessa obra, são Eliza, Mary e Jamie. Literalmente, broship

Antes de terminar aqui, gostaria de dizer para não comprarem se tem antipatia por livros com a continuação ainda não publicada no Brasil. Pois, infelizmente, parece que a ID vai demorar para publicá-las e é muito chato ficar esperando eternamente por continuações, então avisarei sempre que for esse o caso. Mas nada temam se puderem esperar!

Nota:  

Fui indicada pela Cris, do Leitores Forever, para esta Tag. Eu sei que tinha uma época quando eu respondia muitas tags, mas de uns meses para cá resolvi dar uma acalmada, senão, além de não variar tanto o conteúdo, iria começar a ficar sem novos personagens, em grande parte por esquecimento. Mas é claro, isso não quer dizer que eu não ame responder uma de vez em quando!
Jantar literário consiste em escolher alguns personagens para jantar com eles, tendo cada um certas características ou condições. Vamos receber nossos convidados?


1 - Um personagem que possa ou goste de cozinhar: 


Amma, de Beautiful Creatures, foi a primeira pessoa em que pensei e também não fiquei me perguntando se deveria escolher outra, tinha certeza que seria a melhor cozinheira.

2 - Um personagem com dinheiro para bancar a festa:

Eu queria muito que fosse o Jaime Lannister, mas não vou roubar o convidado da Cris, então vou deixar que o queridíssimo Edward Cullen pague tudo para nós.

3 - Um personagem que pode causar uma cena:

A única outra personagem que cogitei seriamente foi Thalia, mas acho que o esquentadinho Gally, de Maze Runner, ganha dela. Entretanto ele me prometeu que iria se comportar.

4 - Um personagem que é super popular:

Não queria ninguém roubando a cena, porque o jantar é meu, mas vou convidar o Percy Jackson, de Percy Jackson (olha o egocentrismo da pessoa!), pois eu adoro  ele. Claro que o ator não tem nada a ver com isso.

5 - Um personagem que é engraçado/divertido: 
Samantha Madison, de A Garota Americana. Vamos rir de sua história até nos engasgar com a bebida e o Percy precisar entrar em ação.

6 - Um vilão/vilã:




Eu queria causar aqui, mas não achei uma escolha dramática o suficiente, então escolhi o bom e velho Capitão Gancho, de Peter Pan. Agora qual das versões, desenho, série ou filme? Eu sei minha preferida, rs.

7 - Um casal – não precisa ser romântico:


Para não escolher Rensey novamente, deixar eles curtindo o casamento, convidarei um casal de primos: Eragon e Roran, de O Ciclo da Herança. Será uma longa viagem, mas eles não vão demorar muito com a Saph. E o Cavaleiro ali está solteiro.

8 - Um herói/heroína:

Juliette, de  Estilhaça-me, linda do meu coração. Super corajosa. Lembro que no final do primeiro livro ela disse que parecia/se sentia uma heroína de verdade, vestindo uma malha roxa.

9 - Um personagem subestimado:

Dirk T'Larien, de A Morte da Luz. Não sabe o que está fazendo o livro inteiro, mas no final, se não fosse por ele, seus amigos morreriam.

10 - Um personagem de sua própria escolha: 

Vou convidar a Tally-Wa, da série Feios. Esses dias me deu uma nostalgia e muitas saudades dessa incrível distopia, vai ser muito bom revê-la e descobrir o que essa Especial anda fazendo.

11 – Um local para o jantar:

Comeremos em Rondo, mas infelizmente não achei uma mísera fanart sequer para colocar aqui e poderem ver o esplendor desse mundo dentro da caixa de música do Leo.

Prontinho, agora já estou indo, pois senão a comida vai esfriar. Vou indicar a Iza, super querida do Por um Mundo com Mais Páginas, mas não se acanhem, gostaram? Respondam também, sempre!

Categorias:

Bom dia! Vamos diminuir a gravidade das coisas nesse sábado? Eu queria trazer mais algumas citações e me lembrei de ter praticamente fotografado o livro inteiro da Clarice Freire, pois adorei ele, as frases são simples, mas verdadeiras e ainda tem um toque todo especial. É só clicar nas imagens que elas ficarão maiores, caso esteja ruim de enxergar.


Todas muito fofas, não? E tem uma ainda no Instagram, que acabei não postando aqui, pois acho que devem ser compartilhadas. Quase como tomar um remédio para dor de cabeça, essas frases te ajudam a curar um dia ruim. É até inspirador! Que tal se aventurarem a criar seus próprios pedacinhos de leveza? Beijos!

Hey pessoal, vim dizer que já comecei o ano bem! Bom, pelo menos o mês de janeiro. Tenho duas novas parcerias para apresentar a todos, a primeira é com a autora Thaís Silveira Venzel (outra Thaís demais e bonita, gente!). 

Sobre a autora: Nasceu em Contagem, Minas Gerais e mora em Betim, no mesmo estado. Estudante de Letras na Universidade Federal de Minas Gerais. É pisciana, apaixonada por livros, música, família e amigos. Passa a maior parte de seu tempo estudando, ou imaginando diversas histórias que gostaria ou não que acontecessem com ela. Algumas viram livros, contos, crônicas, outras não passam de pura imaginação.



Sobre Desafios do Amor: Anne tinha uma vida perfeita, mas não se vive para sempre dentro de um casulo. Uma hora ou outra os desafios lhe batem à porta. Com sua inexperiência não consegue se adaptar ao mundo novo que não só lhe abre as portas, mas também a engole. Tudo muda muito rápido e ela se sente perdida. Aquilo que ela buscou para se salvar é exatamente aquilo que lhe afunda num buraco tão escuro quanto sua vida se tornou.
Tudo isso é parte de um desafio ainda maior. Será que ela é forte o suficiente para acreditar que ainda existe amor?




Fiquei muito contente com a parceria, pois até já tinha adicionado o livro dela como "quero ler", no skoob. Agora estou muito ansiosa para recebê-lo aqui! Obrigada por serem tão querida Thaises!


E agora falarei da editora, a MODO Editora Tradicional, que apenas publica livros de autores brasileiros. Meu blog foi escolhido para trabalhar, mais especificamente, com o selo EllA. Vou deixar o link do skoob de alguns livros, os quais eu me interessei mais e que espero poder resenhar!








                                  

Lindas as capas, não é? Tenho que dizer, eles fazem um trabalho muito bom com elas e espero que as edições, revisões e, claro, histórias seja a mesma coisa. Estou muito animada com essas parcerias, pois além de conhecer mais da literatura brasileira, também irei trazer novas indicações para vocês! 

Dando uma espécie de seguimento a uma postagem que eu publiquei há muito tempo atrás aqui no blog, Top - 5 Capas de Livros Mais Bonitas: Garotas, agora vou escolher as capas mais bonitas com garotos. Afinal, todos merecem uma chance por aqui, né?!




Gata Branca - Holly Black
Eu li uma resenha bem positiva desse livro e logo adicionei ao meu "vou ler" do skoob. Procurando por ideias na minha estante de lá, acabei achando uma capa com dois gatos, vejam isso.









Centelha - Amy Kathleen Ryan
Juro que Sky Chasers me conquistou primeiro pela capa da garota com glitter, do primeiro título da série, Brilho, mas vamos combinar que a continuação não é nem um pouco feia também. Será que brilha?






Anjo Mecânico - Cassandra Clare
Se esse ali na capa é o Will, como eu tenho certeza que é, não existe um argumento forte o suficiente para me fazer tirá-la daí, porque ele é o Sr. Herondale. Homenagens eternas a William.








Sussuro - Becca Fitzpatrick
Patch? Patch.









Sábado à Noite - Babi Dewet
Que capa mais linda! Não é só o garoto não gente, os tons, a fonte... tudo colabora para eu acreditar que essa série será muito boa, inclusive várias resenhas positivas. Um amorzinho.








É perceptível que capas de garotas estão e creio que sempre estiveram mais em alta. Entretanto, pesquisando por aí vamos acabar encontrando com o sexo oposto também, inclusive uma, que não deu para incluir aqui, bem bonitinha, de O Lado Mais Sombrio, roxa e, suspeito eu, levemente metalizada. 
Acho que as minhas escolhas foram bem razoáveis, haha, mas digam para a louca por capas aqui, trocariam uma ou duas? Por qual? 




Título Original: We Were Liars

Autor(a): E. Lockhart


Editora: Seguinte


Número de Páginas: 272


Ano: 2014







Na abastada família Sinclair, ninguém é viciado. Ninguém erra. Ninguém aceita não como resposta. E com certeza ninguém é fracassado. Em meio a casas chiques, universidades caras e objetos em demasia, os sempre alvos e loiros membros dessa linhagem também possuem o luxo de passar as férias em uma ilha particular, Beechwood, pertencente ao avô de Cadence.


Desde que se conhece por gente, a garota passa os verões naquela ilha com seus primos, Mirren e Johnny. Porém no verão dos 8, como ela chama, este último convida Gat, seu melhor amigo. Ele é o único que não é da família e para desgosto não-verbalizado dos outros Sinclair, têm ascendência indiana. Entretanto, os quatro se dão muito bem e se autodenominam os mentirosos.


Agora Cady já tem 17 anos e sofre de enxaquecas terríveis, devido a um acidente que ocorreu no verão dos 15, em Beechwood, dois anos atrás. Ela não se lembra de muita coisa, apenas tem esparsas memórias de sua amiga com um galão de combustível, vários risos, seu primo correndo e então de acordar na praia, com frio e debilitada.


Por não conseguir lembrar o que aconteceu, apesar de sua mãe ter lhe contado quase todos os dias após o acidente, é mandada para passar o verão dos 16 na Europa, com seu pai. Ela se sente infeliz e não muito bem, sempre tentando se comunicar com seus amigos da ilha. Cadence tanto faz que, com incentivo médico para ajudar na recuperação da memória, convence sua mãe a voltarem para Beechwood, no então verão dos 17


Logo na chegada ela encontra seus tão queridos amigos, que estão igualmente radiantes em vê-la. Ficam juntos como não se vissem há séculos, ao invés de dois anos. A medida que Cady se envolve novamente com Gat, o verão passa e como seus parentes não podem contar nada a ela sobre o acidente, a garota pega trechos de conversa aqui e ali e começa a lembrar de cada vez mais coisas. Porém ficará ela feliz, ao descobrir o que na verdade aconteceu?


Muito bem, vou começar logo essa resenha com uma reclamação, mas não é de Mentirosos em si, e sim da minha hiper criativa mente de leitora voraz. Eu estava com mais de 1/3 do livro lido, quando comecei a pensar o que poderia ter realmente acontecido no bendito verão dos 15, porque as vezes eu não tenho muita paciência com mistérios e saio lendo desembestada, para saber da verdade. Ia ser legal se numa das minhas 3 ou 4 teorias, eu não tivesse acertado a charada, porém já podem notar que foi exatamente isso que aconteceu. Ou seja, a obra para mim, perdeu toda a graça no final.


Achei Cadence bem perturbada e apesar de ser ela quem narra a história, para mim o foco ficou na família Sinclair. São três irmãs, com todos os seus filhos, que brigam sem cessar pela herança em dinheiro e tudo ligado à ela, casas, objetos e mais, já que a mãe delas, que geralmente apartava essas discussões, morreu. Também podemos ver o romance entre Cady e Gat e apesar da garota falar que ama ele muito, não deu para sentir esse amor, sabe. 

A narrativa de Lockhart se mostrou meio estranha, pois como a autora quer mostrar o que se passa na mente da personagem principal, ela exagera um pouco no drama e na confusão. Porém não é ruim, apenas passa um pouco rápido demais e parece que você está perdendo alguma coisa. Ah, não entendi o motivo de o grupo se chamar mentirosos, pois eles absolutamente não saem por aí enganando todo mundo.


Então, foi um livro interessante, mas com nada demasiadamente extraordinário. Agora, não sei se sou eu, que não acha mais nada ótimo ou se a qualidade dos autores é que está decaindo. Espero ser eu o problema dessa vez, haha, porque senão, nós leitores iremos começar a enlouquecer querendo sempre obras melhores e só encontrando chinfrins.

Nota: 

Olá! Todos os leitores mais antigos sabem que eu amo booktrailers, né? Haha, além de lermos a sinopse do livro, nos vídeos algumas informações extras são reveladas e até podemos conferir atuações, dependendo da verba disponível para cada livro. Sem falar nos que são feitos por fãs. 
Essa era minha ideia para vocês hoje, mas o fanmade estava infelizmente em inglês e não gostaria de postar assim até aprender a colocar uma legenda decente nos vídeos. Portanto, o booktrailer de janeiro será de Bruxos e Bruxas, uma das séries mais bem faladas do James Patterson.



Nunca tinha pensado seriamente em ler essa série, mas depois de algumas resenhas convidativas, o que deu a vontade final foi o vídeo. Pode ser simples e tal, mas mesmo assim é mais uma informação sobre o livro que pretendemos começar. Alguém tem alguma sugestão de booktrailer? Acho que em fevereiro postarei dois, mas não muito longos. Beijos!

Senhores passageiros, por favor apertem os cintos. Irá começar agora a viagem pelas linhas blogosféricas Livros & Chantilly, por cidades conhecidas antes apenas pelas páginas de um livro.

Nossa primeira parada é Forks, uma cidade do Condado de Clallam, no estado de Washington, EUA. Conhecida pelo grande número de pescadores, com uma população de pouco mais que 3.500 habitantes e claro, sua participação na saga Crepúsculo. Um lugar predominantemente nublado ou chuvoso, perfeito para vampiros em potencial. A cidade é acolhedora e adolescentes podem se divertir com um grupo de gamers, o Rainy Day, que se reúne as sextas. Além disso, há diversas trilhas e excursões para a Hoh Rainforest, praias do Pacífico e parques selvagens.

















Chegando lá, pararemos no Centro de Informações Turísticas, onde poderemos ver as duas caminhonetes da Bella, tanto a descrita no livro como a que foi usada no filme, estacionadas na frente do local. Lá dentro iremos ganhar um mapa com todas as atrações da cidade e veremos imagens em tamanho real dos atores principais de Crepúsculo.
Praticamente na frente do Centro de Informações está localizada a loja dos pais de Mike, o único local em que Bella trabalhou durante a série. Passaremos também pela escola e casa da mesma, a última sendo uma residência privada, e pelo hospital de Forks, onde existe até hoje uma vaga reservada para o Dr. Cullen.











E é claro, não poderíamos deixar de passar por La Push, a comunidade dos Quileutes, lar de Jacob na saga. Um lugar muito bonito e agradável, com diferentes praias. Só não recomendamos pular do penhasco, pois não é muito provável um lobisomem gato aparecer para te salvar.






Por último, um vídeo feito por fãs em Forks, para não nos esquercemos dessa pitoresca cidade, mostrando alguns pontos turísticos que já conhecemos, bem como outras atrações (que tem por acaso, como música de fundo, Owl City!).
                           

Gostaram da viagem? Por favor, deixem suas opiniões e não esqueçam de sugerir qual deve ser o próximo destino, seja ele fictício ou real. Nossa companhia fará o possível para atender a todas as solicitações. Câmbio, desligo.

Olá! Finalmente, com as férias e minhas idas para pechinchar em livrarias diferentes, agora tenho uma quantidade suficiente de marcadores interessantes novos para atualizar essa postagem!





O de Endgame: O Chamado é meu bebê! Como felizmente recebi dois é muito provável que ele seja um prêmio no próximo sorteio, que estou planejando para o aniversário do blog. Também adoro demais o de A 5ª Onda, uma série que promete. Finale eu pechinchei com uma amiga, que felizmente não fazia nenhuma questão de ler a série, então foi fácil. Aquele de Listografia é bem fofinho, pois atrás tem um espaço próprio para escrever os nomes de seus livros favoritos.
Sou só eu que amo coletar marcadores por aí e não usar eles por pena? Estou sempre com ou uns repetidos/feios ou papel mesmo, os meus preferidos ficam seguramente guardados, hehe.

P.S.: acho que melhorei com as fotos dessa vez, rs.